Vivo num mundo onde se dá mais valor ao material do que ao pessoal, onde se dá mais valor ao aspecto do que à essência. Onde todos se vestem de igual, onde todos têm desejos iguais, onde cada pessoa não é individual mas sim colectiva.
Onde existe uma campanha publicitária para uma bebida que toda a gente adora porque acham que faz todo o sentido e porque gostam de sentir que têm verdadeiramente uma essência quando isso não acontece. Essa campanha a que refiro evoca um frase “Mantém-te original”, e numa das imagens, a primeira que vi dessa campanha, no preciso momento em que esse slogan surge, aparece na imagem uma pessoa a fazer surf. Originalidade e surf, nos dias de hoje, parece ser uma coisa que não se conjuga, basta ver o maior movimento na juventude portuguesa para se perceber isso.
Voltando ao texto, nunca conheci pessoa que mais se adequa-se a este mundo do que tu. Uma pessoa que fosse tão comercial, tão banal, tão…como se diz na gíria portuguesa…“Maria vai com os outros”.
Hoje quis-te perguntar como é olhares-te ao espelho sem nunca te teres visto.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Só duas coisas:
Só duas coisas:
O novo Cd dos Deolinda está mais uma vez muito bom;
Em segundo lugar, quero deixar a música que ouvi hoje na rádio e que gostei muito:
O novo Cd dos Deolinda está mais uma vez muito bom;
Em segundo lugar, quero deixar a música que ouvi hoje na rádio e que gostei muito:
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Estoy enamorado
Quem me conhece (cerca de duas pessoas e meia) sabe da minha preferência por morenas em relação a loiras.
E quem me conhece sabe ainda que uma mulher de cabelos negros e olhos azuis consegue de mim tudo o que quiser.
Chama-se Inês Gonçalves, apresenta o programa da Liga dos Campeões na Rtp1 e de há cerca de um ano para cá que estou derretido.
E quem me conhece sabe ainda que uma mulher de cabelos negros e olhos azuis consegue de mim tudo o que quiser.
Chama-se Inês Gonçalves, apresenta o programa da Liga dos Campeões na Rtp1 e de há cerca de um ano para cá que estou derretido.
Damn, they're good!
O melhor investimento que os meus pais já fizeram na vida (para além de me conceberem) foram duas preciosidades que tenho ali na sala de estar. Se não me engano, elas são ainda do tempo em que eles estiveram nos E.U.A., e têm mais ou menos a minha idade.
Falo, nada mais nada menos do que as duas colunas de som de um metro que estão inseridas na mega-aparelhagem da sala de estar.
Não são daquele tipo de colunas “XPTO”, todas vistosas e cromadas, com desenhos tribais e placas de alumínio. São dois paralelepípedos, duas caixas castanhas que, vejam só, têm uma potência de tal maneira grande, que nunca foi possível meter o volume no máximo porque chega a um ponto em que os nossos ouvidos não aguentam e a casa vai abaixo. Isto é verdade.
Em termos de qualidade, aquelas duas colunas, juntamente com a aparelhagem, foram sem dúvida as melhores aquisições dos meus pais e não há nada como estar há dois dias engripado, com dores de cabeça, pegar no último CD dos Slipknot, e metê-lo com um volume daqueles que sabemos que estamos a incomodar bastante os vizinhos.
Não há muito que eu tenho que possa afirmar que é melhor do que o que os outros têm, mas aquelas duas colunas, afirmo sem qualquer sombra de dúvida, que são melhores e mais potentes do que a que qualquer outra pessoa do meu universo de amigos e inimigos possa ter. São o meu orgulho.
E sei tanto que elas são as melhores colunas que uma casa de família pode ter, que estou disposto a apostar a minha herança, a herdade no Alentejo e o apartamento em Quarteira, a quem chegar ao pé de mim com duas colunas e disser: “estas colunas são melhores que as de tua casa”, e realmente forem.
Sei que pode ser presunção, mas deixem-me vangloriar pelo muito bom que tenho. Posso ser uma péssima pessoa, mas os meus pais têm ali duas colunas do caraças!”
(Note-se que em todo o texto sublinhei que as colunas são do meu pai e não minhas. Se há coisa com a qual não posso é as pessoas dizerem “o meu carro” quando foram os pais que lhes compraram o carro e outras coisas do género. Trauma de pobre que teve de trabalhar para ter as coisas ,querem o quê…)
Falo, nada mais nada menos do que as duas colunas de som de um metro que estão inseridas na mega-aparelhagem da sala de estar.
Não são daquele tipo de colunas “XPTO”, todas vistosas e cromadas, com desenhos tribais e placas de alumínio. São dois paralelepípedos, duas caixas castanhas que, vejam só, têm uma potência de tal maneira grande, que nunca foi possível meter o volume no máximo porque chega a um ponto em que os nossos ouvidos não aguentam e a casa vai abaixo. Isto é verdade.
Em termos de qualidade, aquelas duas colunas, juntamente com a aparelhagem, foram sem dúvida as melhores aquisições dos meus pais e não há nada como estar há dois dias engripado, com dores de cabeça, pegar no último CD dos Slipknot, e metê-lo com um volume daqueles que sabemos que estamos a incomodar bastante os vizinhos.
Não há muito que eu tenho que possa afirmar que é melhor do que o que os outros têm, mas aquelas duas colunas, afirmo sem qualquer sombra de dúvida, que são melhores e mais potentes do que a que qualquer outra pessoa do meu universo de amigos e inimigos possa ter. São o meu orgulho.
E sei tanto que elas são as melhores colunas que uma casa de família pode ter, que estou disposto a apostar a minha herança, a herdade no Alentejo e o apartamento em Quarteira, a quem chegar ao pé de mim com duas colunas e disser: “estas colunas são melhores que as de tua casa”, e realmente forem.
Sei que pode ser presunção, mas deixem-me vangloriar pelo muito bom que tenho. Posso ser uma péssima pessoa, mas os meus pais têm ali duas colunas do caraças!”
(Note-se que em todo o texto sublinhei que as colunas são do meu pai e não minhas. Se há coisa com a qual não posso é as pessoas dizerem “o meu carro” quando foram os pais que lhes compraram o carro e outras coisas do género. Trauma de pobre que teve de trabalhar para ter as coisas ,querem o quê…)
Mapa para o local da Gala dos Óscares do Workshop de Teatro
Para ver o mapa, clique AQUI para aceder ao site oficial dos Óscares do Workshop de teatro.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Estas manias de gente ignorante...
Hoje existe uma mania quase insuportável entre a população jovem do nosso pequeno país.
E que mania é essa? – perguntam vocês.
Tenham calma, quando me apetecer dizer qual é a mania, digo.
Pois bem, essa mania a que me refiro é a de juntar palavras inglesas nas frases.
Do género: “Era tipo uma espécie de bolo ou whatever”.
Esta mania para mim é amazing, mas chega a um ponto em que por cada vez que oiço uma palavra inglesa no meio de uma frase em português apetece-me esmurrar essa pessoa até a cana do nariz da mesma não passar de bocadinhos muito pequeninos de osso.
Porém, devo confessar, que já aderi a esta mania que se apoderou de mim de forma que é já inevitável não o fazer. Mas passa-se uma coisa: Aquilo que é uma mania irritante das pessoas de porem palavras inglesas no meio de frases em português , no meu caso, como norte-americano que sou, passa-se que ponho frases portuguesas no meio de palavras inglesas. E assim já não sou irritante, apenas um tipo cheio de estilo.
E que mania é essa? – perguntam vocês.
Tenham calma, quando me apetecer dizer qual é a mania, digo.
Pois bem, essa mania a que me refiro é a de juntar palavras inglesas nas frases.
Do género: “Era tipo uma espécie de bolo ou whatever”.
Esta mania para mim é amazing, mas chega a um ponto em que por cada vez que oiço uma palavra inglesa no meio de uma frase em português apetece-me esmurrar essa pessoa até a cana do nariz da mesma não passar de bocadinhos muito pequeninos de osso.
Porém, devo confessar, que já aderi a esta mania que se apoderou de mim de forma que é já inevitável não o fazer. Mas passa-se uma coisa: Aquilo que é uma mania irritante das pessoas de porem palavras inglesas no meio de frases em português , no meu caso, como norte-americano que sou, passa-se que ponho frases portuguesas no meio de palavras inglesas. E assim já não sou irritante, apenas um tipo cheio de estilo.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Alinhamento da entrega dos Óscares do Workshop de Teatro
Para saberem o alinhamento da entrega dos prémios na gala dos Óscares do Workshop de Teatro, basta dirigirem-se ao site http://oscaresdoworkshopdeteatro2010.webs.com clicando aqui.
sábado, 17 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Excentricidades...
Como muitos de vocês hão de com certeza saber, eu sofro de um distúrbio cerebral que me inibe a capacidade de pensar e de utilizar a inteligência. Este distúrbio faz também com que eu tenha ideias completamente estapafúrdias e sem ponta por onde se lhes peguem.
A minha última aquisição, no campo das excentricidades cerebrais, é a vontade e o sacrifício sobre-humano que faço para que me torne ambidestro. Tudo isto poderia ser natural, mais uma mania minha a que não se deve dar crédito, e eu concordo plenamente. O que não concordo é que vá com esta mania para a casa de banho e me lembre de fazer a barba com a mão esquerda para a adestrar.
O resultado obviamente que não poderia ser melhor do que vários cortes neste rosto divino esculpido pelo mais artístico dos deuses gregos.
Shit!
A minha última aquisição, no campo das excentricidades cerebrais, é a vontade e o sacrifício sobre-humano que faço para que me torne ambidestro. Tudo isto poderia ser natural, mais uma mania minha a que não se deve dar crédito, e eu concordo plenamente. O que não concordo é que vá com esta mania para a casa de banho e me lembre de fazer a barba com a mão esquerda para a adestrar.
O resultado obviamente que não poderia ser melhor do que vários cortes neste rosto divino esculpido pelo mais artístico dos deuses gregos.
Shit!
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Resultado da semana da morte
A semana passada publiquei uma postagem que anunciava a morte sem data de ressurreição prevista do vosso querido Hugo, o Pinto. A tragédia devia-se a uma prova a que a Andreia teve a ideia de me submeter no intuito de testar os limites de capacidade do meu estômago no que toca ao mantimento do maior número de litros de bebidas alcoólicas no mesmo sem expelir oralmente o seu conteúdo.
A nu e cru: Como não vomito há dez anos, a Andreia quis embebedar-me até eu vomitar.
Subestimando a minha capacidade de beber, por julgar que eu não vomito à tanto tempo por não beber como gente grande, organizou 3 provas às quais eu teria de passar com a distinção de não vomitar.
O primeiro teste foi na quarta-feira e desenrolou-se em casa da Rita. O meu objectivo? Uma garrafa de rum e uma de vodka bebidas sem misturas. A Rita entreteve-se com um Safari e uma garrafa de coca-cola, enquanto nos primeiros 20 minutos despejei a garrafa de Rum, batendo em tempo o meu recorde que era meia garrafa em 40 minutos, numa viagem há muito à Benedita. A conversa foi-se desenrolando, o Hugo embriagando e a Rita já começava a ficar em igual estado. Chegou àquele ponto em que a conversa entristece e o sexo feminino começa com aquela vontade incontrolável e inexplicável de chorar aquando embriagado. O Pinto disse: “Não! Hoje não há choros para ninguém, porra!” Ao quarto da Rita fui buscar o Twist, esse jogo que tão divertido é de jogar, ainda mais embriagado, e no final arrependi-me por ter abandonado o exercício físico, naquela que foi a maior humilhação da minha vida em termos de derrota num jogo. Ao mesmo tempo ia mandando a garrafa de Vodka aos shots, até ter de interromper o jogo para fazermos algo que não obrigasse a movimentos esforçados. “Bora fazer crepes!” disse o Hugo com o estômago a protestar. Escusado será dizer que, apesar de tentarmos, crepes não os vi, apenas uma massa castanha e gordurosa que saiu da frigideira. Entretive-me com os cereais. Bom, o que interessa é que foram 3 horas, uma garrafa de rum, outra de vodka e continuei intangível pelo vómito. (Atenção crianças, o tio Hugo não foi a conduzir para casa).
O segundo teste foi no dia seguinte, quinta-feira, em casa da Andreia. O meu objectivo? 3 Litros de cerveja naquelas coisas da super bock que agora não me recordo o nome, mais uma litrosa, mais 18 cervejas. Tudo isto era muito bonito, se não tivesse por companhia, para além da Andreia, um sujeito de nome Ricardo. Digo isto porque dos três litros da coisa gira da super bock que eram para ser para mim, metade foi o Ricardo que bebeu…e mais 3 cervejas. Da minha parte, foi litro e meio a jogar PES 2010, tudo derrotas, uma litrosa a dançar o merengue com a Andreia e o Ricardo, e 15 cervejas a jogarmos ao limbo. Foi o Ricardo a fazer uma cena porque afirmava veemente ter derrotado a Andreia na grande final (eu fiquei-me no segundo nível), foi a Andreia com a máquina no pai de fazer a barba a ameaçar o cabelo do Ricardo e fui eu a manter-me fiel ao meu princípio de não vomitar. (Atenção crianças, o tio Hugo mais uma vez não foi a conduzir para casa).
O terceiro e último teste desenrolou-se mais uma vez e em casa da Andreia. O meu objectivo? Jogar o jogo “entorna copos”, um original da Andreia. No que é que consistia a minha missão? ser o mais rápido dos 4 a chegar à última casa, passando por 2 garrafas de Malibu, 2 de Vodka e 2 de Safari (péssimo, crianças, nunca bebam safari). Por uma grande conspiração a que fui alvo, não fui o primeiro a completar o tabuleiro simplesmente porque (misteriosamente) quando estava quase a chegar à ultima casa calhava-me uma carta a mandar-me para o início! Isto por duas vezes! No que é que resultou? Dos 4 fui quem bebeu mais, e o Ricardo ainda assim ganhou o jogo! Não há direito! A Rita (daquele género, tal como eu e o Ricardo, que pode beber 50 litros mas que ao segundo copo já está bêbeda) decidiu que era boa ideia irmos para a piscina…e fomos. Cada um na sua bóia, claro, que aqui há bêbados mas não há gente doida…tirando o Ricardo que decidiu fazer uma bomba que nos ia virando as bóias.
Mas resumidamente, e o mais importante é: Uma garrafa de rum, uma e meia de vodka, duas e meia de cerveja, uma de malibu e mais 15 cervejas em três dias consecutivos…HUGO, O PINTO continua o mestre na contenção do vómito!!!
(O meu fígado não me fala e está agora do tamanho de um testículo de caracol)
Preparem a taça, se faz favor!
A nu e cru: Como não vomito há dez anos, a Andreia quis embebedar-me até eu vomitar.
Subestimando a minha capacidade de beber, por julgar que eu não vomito à tanto tempo por não beber como gente grande, organizou 3 provas às quais eu teria de passar com a distinção de não vomitar.
O primeiro teste foi na quarta-feira e desenrolou-se em casa da Rita. O meu objectivo? Uma garrafa de rum e uma de vodka bebidas sem misturas. A Rita entreteve-se com um Safari e uma garrafa de coca-cola, enquanto nos primeiros 20 minutos despejei a garrafa de Rum, batendo em tempo o meu recorde que era meia garrafa em 40 minutos, numa viagem há muito à Benedita. A conversa foi-se desenrolando, o Hugo embriagando e a Rita já começava a ficar em igual estado. Chegou àquele ponto em que a conversa entristece e o sexo feminino começa com aquela vontade incontrolável e inexplicável de chorar aquando embriagado. O Pinto disse: “Não! Hoje não há choros para ninguém, porra!” Ao quarto da Rita fui buscar o Twist, esse jogo que tão divertido é de jogar, ainda mais embriagado, e no final arrependi-me por ter abandonado o exercício físico, naquela que foi a maior humilhação da minha vida em termos de derrota num jogo. Ao mesmo tempo ia mandando a garrafa de Vodka aos shots, até ter de interromper o jogo para fazermos algo que não obrigasse a movimentos esforçados. “Bora fazer crepes!” disse o Hugo com o estômago a protestar. Escusado será dizer que, apesar de tentarmos, crepes não os vi, apenas uma massa castanha e gordurosa que saiu da frigideira. Entretive-me com os cereais. Bom, o que interessa é que foram 3 horas, uma garrafa de rum, outra de vodka e continuei intangível pelo vómito. (Atenção crianças, o tio Hugo não foi a conduzir para casa).
O segundo teste foi no dia seguinte, quinta-feira, em casa da Andreia. O meu objectivo? 3 Litros de cerveja naquelas coisas da super bock que agora não me recordo o nome, mais uma litrosa, mais 18 cervejas. Tudo isto era muito bonito, se não tivesse por companhia, para além da Andreia, um sujeito de nome Ricardo. Digo isto porque dos três litros da coisa gira da super bock que eram para ser para mim, metade foi o Ricardo que bebeu…e mais 3 cervejas. Da minha parte, foi litro e meio a jogar PES 2010, tudo derrotas, uma litrosa a dançar o merengue com a Andreia e o Ricardo, e 15 cervejas a jogarmos ao limbo. Foi o Ricardo a fazer uma cena porque afirmava veemente ter derrotado a Andreia na grande final (eu fiquei-me no segundo nível), foi a Andreia com a máquina no pai de fazer a barba a ameaçar o cabelo do Ricardo e fui eu a manter-me fiel ao meu princípio de não vomitar. (Atenção crianças, o tio Hugo mais uma vez não foi a conduzir para casa).
O terceiro e último teste desenrolou-se mais uma vez e em casa da Andreia. O meu objectivo? Jogar o jogo “entorna copos”, um original da Andreia. No que é que consistia a minha missão? ser o mais rápido dos 4 a chegar à última casa, passando por 2 garrafas de Malibu, 2 de Vodka e 2 de Safari (péssimo, crianças, nunca bebam safari). Por uma grande conspiração a que fui alvo, não fui o primeiro a completar o tabuleiro simplesmente porque (misteriosamente) quando estava quase a chegar à ultima casa calhava-me uma carta a mandar-me para o início! Isto por duas vezes! No que é que resultou? Dos 4 fui quem bebeu mais, e o Ricardo ainda assim ganhou o jogo! Não há direito! A Rita (daquele género, tal como eu e o Ricardo, que pode beber 50 litros mas que ao segundo copo já está bêbeda) decidiu que era boa ideia irmos para a piscina…e fomos. Cada um na sua bóia, claro, que aqui há bêbados mas não há gente doida…tirando o Ricardo que decidiu fazer uma bomba que nos ia virando as bóias.
Mas resumidamente, e o mais importante é: Uma garrafa de rum, uma e meia de vodka, duas e meia de cerveja, uma de malibu e mais 15 cervejas em três dias consecutivos…HUGO, O PINTO continua o mestre na contenção do vómito!!!
(O meu fígado não me fala e está agora do tamanho de um testículo de caracol)
Preparem a taça, se faz favor!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Wanted
Não costumo nem me sinto à vontade para falar de política, não por ter medo de demonstrar o meu parecer político, mas sim por não ser, de longe, o meu domínio.
No entanto, e paradoxalmente ao facto de muitas das minhas ideologias serem de esquerda, esta alteração ao código penal parece-me a mim a maior palhaçada de sempre.
Para quem não sabe, com esta alteração que entrou hoje em vigor, um criminoso poderá cumprir apenas 1/4 da sua pena. O que é que isto significa? Que se eu tenho a cumprir uma pena de 20 anos, ao fim de 5 anos posso estar fora da prisão. Mas mais do que isso, é o facto de a pena máxima em Portugal ser de 25 anos, o que, para mim, é também uma palhaçada. É verdade que antes de um recluso ser reinserido na sociedade tem de ter o parecer de psicólogos e de tudo o mais, mas não é, na minha opinião, de todo suficiente.
Mas ainda mais do que isto tudo, o que isto significa é que se o máximo de tempo que eu posso cumprir numa prisão portuguesa é de 5 ou 6 anos, vou começar a limpar as pessoas cujo nome lideram a minha lista negra.
(Obviamente que este último parágrafo é apenas para eu não ser levado demasiado a sério).
Mas esta é verdadeiramente a minha opinião, uma palhaçada!
No entanto, e paradoxalmente ao facto de muitas das minhas ideologias serem de esquerda, esta alteração ao código penal parece-me a mim a maior palhaçada de sempre.
Para quem não sabe, com esta alteração que entrou hoje em vigor, um criminoso poderá cumprir apenas 1/4 da sua pena. O que é que isto significa? Que se eu tenho a cumprir uma pena de 20 anos, ao fim de 5 anos posso estar fora da prisão. Mas mais do que isso, é o facto de a pena máxima em Portugal ser de 25 anos, o que, para mim, é também uma palhaçada. É verdade que antes de um recluso ser reinserido na sociedade tem de ter o parecer de psicólogos e de tudo o mais, mas não é, na minha opinião, de todo suficiente.
Mas ainda mais do que isto tudo, o que isto significa é que se o máximo de tempo que eu posso cumprir numa prisão portuguesa é de 5 ou 6 anos, vou começar a limpar as pessoas cujo nome lideram a minha lista negra.
(Obviamente que este último parágrafo é apenas para eu não ser levado demasiado a sério).
Mas esta é verdadeiramente a minha opinião, uma palhaçada!
Lie to him
Não posso dizer que o conheço bem, mas do que conheço posso dizer que é das pessoas mais inteligente que conheci nos últimos tempos. E o seu texto no seu blogue é sublinhado inteiramente por mim.
"Lie to Me"
O tempo é relativo... Dizia-o Einstein... Será que ele se referia aos dias perdidos sem que se sinta a passagem do tempo? Ou à fugacidade do tempo em que parece que não o agarramos e que nunca é o suficiente?
Sempre me interessei na mentira, como parte da condição humana e como a descobrir. Mentir é tão próprio do ser humano como a necessidade de se alimentar e de saciar a sede. Os níveis de inteligência de uma pessoa podem-se medir pela elaboração de uma mentira.
Tenho respeito por quem me engane, mostra sinais de inteligência mas perco todo o respeito por essa pessoa se descubrir que me enganou... E eu geralmente descubro os logros...
"Lie to Me"
O tempo é relativo... Dizia-o Einstein... Será que ele se referia aos dias perdidos sem que se sinta a passagem do tempo? Ou à fugacidade do tempo em que parece que não o agarramos e que nunca é o suficiente?
Sempre me interessei na mentira, como parte da condição humana e como a descobrir. Mentir é tão próprio do ser humano como a necessidade de se alimentar e de saciar a sede. Os níveis de inteligência de uma pessoa podem-se medir pela elaboração de uma mentira.
Tenho respeito por quem me engane, mostra sinais de inteligência mas perco todo o respeito por essa pessoa se descubrir que me enganou... E eu geralmente descubro os logros...
sábado, 10 de abril de 2010
O respeito, por onde anda esse sujeito?

O respeito não se ganha pela voz mais alta, pelo braço mais largo ou pelo nariz mais empinado.
O respeito não se ganha pelo número de discussões, o número de conflitos, o número de vezes que se manda uma pessoa abaixo.
O respeito ganha-se pelo número de vezes que se ajuda uma pessoa a levantar-se, pelo poder de perdoar, pelo poder de pedir desculpa.
O respeito não se ganha pelo silêncio ou pela indiferença.
O respeito ganha-se pela protecção e pela diferença.
O respeito não se ganha pela pessoa com mais orgulho, mas pela pessoa que consegue pô-lo de lado nas alturas cruciais.
O respeito não se ganha pela idade, mas sim pela maturidade.
O respeito não se ganha por quem se afasta mas sim por quem encara.
O respeito ganha-se por tudo isto e eu respeito quem o faça.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
A verdade.
Esta letra faz parte de um dos melhores vídeos que vi na minha vida. Hoje foi tarde passada à volta das coisas dos workshops para a gala, e o vídeo foi reencontrado.
A letra tem muitos dos meus pontos de vista actuais, por isso deixo aqui para vocês.
Enjoy the power and beauty of your youth; oh nevermind; you will not understand the power and beauty of your youth until they have faded.
But trust me, in 20 years you’ll look back at photos of yourself and recall in a way you can’t grasp now how much possibility lay before you and how fabulous you really looked…. You’re not as fat as you imagine.
Don’t worry about the future; or worry, but know that worrying is as effective as trying to solve an algebra equation by chewing bubblegum. The real troubles in your life are apt to be things that never crossed your worried mind; the kind that blindside you at 4pm on some idle Tuesday.
Do one thing everyday that scares you.
Sing.
Don’t be reckless with other people’s hearts, don’t put up with people who are reckless with yours.
Floss.
Don’t waste your time on jealousy; sometimes you’re ahead, sometimes you’re behind…the race is long, and in the end, it’s only with yourself.
Remember the compliments you receive, forget the insults; if you succeed in doing this, tell me how.
Keep your old love letters, throw away your old bank statements.
Stretch.
Don’t feel guilty if you don’t know what you want to do with your life…the most interesting people I know didn’t know at 22 what they wanted to do with their lives, some of the most interesting 40 year olds know still don’t.
Get plenty of calcium.
Be kind to your knees, you’ll miss them when they’re gone.
Maybe you’ll marry, maybe you won’t;
Maybe you’ll have children, maybe you won’t;
Maybe you’ll divorce at 40, maybe you’ll dance the funky chicken on your 75th wedding anniversary…what ever you do, don’t congratulate yourself too much or berate yourself either - your choices are half chance, so are everybody else’s. Enjoy your body, use it every way you can…don’t be afraid of it, or what other people think of it, it’s the greatest instrument you’ll ever own..
Dance…
Even if you have nowhere to do it but in your own living room.
Read the directions, even if you don’t follow them.
Do NOT read beauty magazines, they will only make you feel ugly.
Get to know your parents, you never know when they’ll be gone for good.
Be nice to your siblings; they are the best link to your past and the people most likely to stick with you in the future.
Understand that friends come and go,but for the precious few you should hold on. Work hard to bridge the gaps in geography in lifestyle because the older you get, the more you need the people you knew when you were young.
Live in New York City once, but leave before it makes you hard; live in Northern California once, but leave before it makes you soft.
Travel.
Accept certain inalienable truths, prices will rise, politicians will philander, you too will get old, and when you do you’ll fantasize that when you were young prices were reasonable, politicians were noble and children respected their elders.
Respect your elders.
Don’t expect anyone else to support you. Maybe you have a trust fund, maybe you have a wealthy spouse; but you never know when either one might run out.
Don’t mess too much with your hair, or by the time it’s 40, it will look 85.
Be careful whose advice you buy, but, be patient with those who supply it. Advice is a form of nostalgia, dispensing it is a way of fishing the past from the disposal, wiping it off, painting over the ugly parts and recycling it for more than it’s worth.
But trust me on the sunscreen…
A letra tem muitos dos meus pontos de vista actuais, por isso deixo aqui para vocês.
Enjoy the power and beauty of your youth; oh nevermind; you will not understand the power and beauty of your youth until they have faded.
But trust me, in 20 years you’ll look back at photos of yourself and recall in a way you can’t grasp now how much possibility lay before you and how fabulous you really looked…. You’re not as fat as you imagine.
Don’t worry about the future; or worry, but know that worrying is as effective as trying to solve an algebra equation by chewing bubblegum. The real troubles in your life are apt to be things that never crossed your worried mind; the kind that blindside you at 4pm on some idle Tuesday.
Do one thing everyday that scares you.
Sing.
Don’t be reckless with other people’s hearts, don’t put up with people who are reckless with yours.
Floss.
Don’t waste your time on jealousy; sometimes you’re ahead, sometimes you’re behind…the race is long, and in the end, it’s only with yourself.
Remember the compliments you receive, forget the insults; if you succeed in doing this, tell me how.
Keep your old love letters, throw away your old bank statements.
Stretch.
Don’t feel guilty if you don’t know what you want to do with your life…the most interesting people I know didn’t know at 22 what they wanted to do with their lives, some of the most interesting 40 year olds know still don’t.
Get plenty of calcium.
Be kind to your knees, you’ll miss them when they’re gone.
Maybe you’ll marry, maybe you won’t;
Maybe you’ll have children, maybe you won’t;
Maybe you’ll divorce at 40, maybe you’ll dance the funky chicken on your 75th wedding anniversary…what ever you do, don’t congratulate yourself too much or berate yourself either - your choices are half chance, so are everybody else’s. Enjoy your body, use it every way you can…don’t be afraid of it, or what other people think of it, it’s the greatest instrument you’ll ever own..
Dance…
Even if you have nowhere to do it but in your own living room.
Read the directions, even if you don’t follow them.
Do NOT read beauty magazines, they will only make you feel ugly.
Get to know your parents, you never know when they’ll be gone for good.
Be nice to your siblings; they are the best link to your past and the people most likely to stick with you in the future.
Understand that friends come and go,but for the precious few you should hold on. Work hard to bridge the gaps in geography in lifestyle because the older you get, the more you need the people you knew when you were young.
Live in New York City once, but leave before it makes you hard; live in Northern California once, but leave before it makes you soft.
Travel.
Accept certain inalienable truths, prices will rise, politicians will philander, you too will get old, and when you do you’ll fantasize that when you were young prices were reasonable, politicians were noble and children respected their elders.
Respect your elders.
Don’t expect anyone else to support you. Maybe you have a trust fund, maybe you have a wealthy spouse; but you never know when either one might run out.
Don’t mess too much with your hair, or by the time it’s 40, it will look 85.
Be careful whose advice you buy, but, be patient with those who supply it. Advice is a form of nostalgia, dispensing it is a way of fishing the past from the disposal, wiping it off, painting over the ugly parts and recycling it for more than it’s worth.
But trust me on the sunscreen…
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Incentivo
Olá! Hoje venho aqui em campanha política pelos Óscares do Workshop de Teatro.
Quando a ideia da cerimónia de entrega dos prémios foi lançada pela Saroka pensei que não seria viável, uma vez que haveria com certeza pouca adesão. Por outro lado pensei “porque não?”, mas se organizasse a cerimónia teria de ser uma coisa em grande. E assim se está a preparar uma grande festa que a maior parte das pessoas desconhece a complexidade da sua organização.
Hoje venho aqui apelar à ida de todos os que foram convidados, que levem pessoas, que não deixem rancores menores impedirem-vos de irem à festa que está a ser organizada com tanta dedicação por alguns elementos do Workshop para que todos se possam divertir na noite de dia 30.
Gostava que toda a gente tivesse em consideração o esforço de todos os que estão a contribuir, o facto do Pedro Gonçalves não pensar noutra coisa se não em ideias para a gala, o facto de o Rúben ter tido de insistir inúmeras vezes para nos poderem ceder o espaço, o facto da Ana estar com um trabalho de seca que, para ser surpresa, não posso revelar aqui, o facto de eu já ter mais de 50 pastas no computador com os textos, vídeos, alinhamentos, imagens, músicas, e tudo para passar na cerimónia, o facto da Saroka estar a pressionar toda a gente porque acredita no espírito da cerimónia, o facto de o André e o Ramalho passarem uma noite a discutir com termos que nenhum de nós conhece o que se terá de levar em termos de audiovisuais para a gala, até a Clara, que está na Grécia, está a ajudar.
Tudo isto leva tempo, que alguns de nós não têm ou têm pouco. Tudo está a ser preparado até ao mais ínfimo pormenor e gostava mesmo que todos tivessem isso em conta e deixassem para trás por uma noite os conflitos que possam ter com alguém do grupo do Workshop. Porque esta festa é isso mesmo, uma festa, onde podemos estar todos juntos com as pessoas que gostamos e passarmos um bom bocado na sua companhia a fazer algo divertido e diferente.
Por isso peço, a todos. Não deixem de alinhar.
Quando a ideia da cerimónia de entrega dos prémios foi lançada pela Saroka pensei que não seria viável, uma vez que haveria com certeza pouca adesão. Por outro lado pensei “porque não?”, mas se organizasse a cerimónia teria de ser uma coisa em grande. E assim se está a preparar uma grande festa que a maior parte das pessoas desconhece a complexidade da sua organização.
Hoje venho aqui apelar à ida de todos os que foram convidados, que levem pessoas, que não deixem rancores menores impedirem-vos de irem à festa que está a ser organizada com tanta dedicação por alguns elementos do Workshop para que todos se possam divertir na noite de dia 30.
Gostava que toda a gente tivesse em consideração o esforço de todos os que estão a contribuir, o facto do Pedro Gonçalves não pensar noutra coisa se não em ideias para a gala, o facto de o Rúben ter tido de insistir inúmeras vezes para nos poderem ceder o espaço, o facto da Ana estar com um trabalho de seca que, para ser surpresa, não posso revelar aqui, o facto de eu já ter mais de 50 pastas no computador com os textos, vídeos, alinhamentos, imagens, músicas, e tudo para passar na cerimónia, o facto da Saroka estar a pressionar toda a gente porque acredita no espírito da cerimónia, o facto de o André e o Ramalho passarem uma noite a discutir com termos que nenhum de nós conhece o que se terá de levar em termos de audiovisuais para a gala, até a Clara, que está na Grécia, está a ajudar.
Tudo isto leva tempo, que alguns de nós não têm ou têm pouco. Tudo está a ser preparado até ao mais ínfimo pormenor e gostava mesmo que todos tivessem isso em conta e deixassem para trás por uma noite os conflitos que possam ter com alguém do grupo do Workshop. Porque esta festa é isso mesmo, uma festa, onde podemos estar todos juntos com as pessoas que gostamos e passarmos um bom bocado na sua companhia a fazer algo divertido e diferente.
Por isso peço, a todos. Não deixem de alinhar.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Março

Março começou com o inevitável “O Alquimista”, de Paulo Coelho, um livro que ando para ler desde os 13 anos e que desde aí que adiava a sua leitura…até agora. É um livro obrigatório, porque sim, um conto do género do Principezinho, de Saint-Exupéry, de onde podemos retirar várias conclusões diferentes dependendo da idade com que o lemos. (não encontrei no Google a imagem da capa do livro que eu tenho porque já é antigo).
Seguiu-se “A vingança de Joana D’Arc”, de Maria Elena Cruz Varela, um género de policial da Idade Média num contexto histórico engraçado. A história é boa, mas a escrita da autora pareceu-me confusa e acabei por não perceber uma parte do enredo da história.
Por fim, li “Um quilómetro de cada vez”, de Gonçalo Cadilhe, uma colecção de crónicas que o viajante tem no jornal Público. Estas crónicas levam-nos a viajar por dezenas de países diferentes, num panorama de viajante de mochila às costas e não de turista de hotéis 5 estrelas. Passa pelos bairros mais pobres e perigosos da África do Sul, por lugares remotos, ilhas inóspitas e por culturas diversas. É um bom livro para se ter na mesa-de-cabeceira.
E assim foi o mês de Março em termos de leitura.
Semana da morte

Tudo começou com um telefonema:
Hugo – O que é que queres?
Andreia – Vamos lá a ver o tom de voz!
Hugo – Desculpe minha senhora, como tem passado?
Andreia – Muito bem e o senhor?
Hugo – Estou bem, apenas com umas dores de estômago não sei bem porquê…
Andreia – A sério? E vomitaste?
Hugo – Não Andreia…hás-de estar enfiada num lar e eu ainda sem vomitar.
Andreia – Ai é? Até ao final desta semana vais vomitar! Apostamos?
Hugo – Outra aposta não Andreia…
Andreia – Vá, só mais esta! Já te ligo!
(passados 10 minutos…)
Andreia – Pintinho, está tudo arranjado!
Hugo – Então?
Andreia – Estás pronto?
Hugo – Vá, diz lá!
Andreia – Vais passar por três testes. Vais passar uma noite comigo, outra com a Rita e outra com o Ricardo, já está tudo planeado e eles alinham.
Seguidamente, a Andreia passou-me a explicar o plano.
Pelo que entendi, amanhã vou passar a noite com a Rita, e vou passar o obstáculo de bebidas brancas (que penso que ultrapassarei sem dificuldades, visto que passei toda a minha adolescência a ingeri-las). São uma garrafa de Vodka e uma de Rum, somente para a minha pessoa. Há amigos capazes de tudo…
Quinta-feira será a vez do Ricardo, esse animal das cervejas, que está neste momento num qualquer supermercado a comprar um barril de cerveja de 3 litros mais uma grade de cervejas. (Este teste será algo complicado uma vez que só comecei a gostar de cerveja este Verão).
Para terminar, na Sexta-feira, juntar-nos-emos os 4 em casa da Andreia para uma vez mais jogarmos ao temível entorna-copos (um jogo de tabuleiro concebido pela Andreia e cujos resultados finais nas partidas até agora foram desastrosos e contam com um quase coma alcoólico, vários litros de vómitos e semanas de recuperação da ressaca).
Se eu conseguir sobreviver a esta semana, depois revelar-vos-ei os resultados.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Now we are free
Só um verdadeiro génio para compôr esta música.
Obviamente, Hans Zimmer com Lisa Gerrard.
Obviamente, Hans Zimmer com Lisa Gerrard.
domingo, 4 de abril de 2010
Só a mim
Tudo o que eu tenho a dizer sobre o episódio de hoje no parque marechal carmona que 4 pessoas presenciaram:
Mau Karma.
Mau Karma.
Those times
Gostava de ter vivido em várias épocas, tenho um especial fascínio pelas décadas de 60 e 80, onde gostaria de ter os meus 20 anos em ambas. Por razões distintas, mas não é disso que quero falar hoje.
Gostava também, e é aí que quero chegar, de ter vivido há uns séculos atrás. Uns 3, 4 ou 5. Naquela altura em que se andava de chapéus altos e bengalas na mão, onde os artistas eram vistos como os maiores símbolos de uma pátria e um motivo de orgulho. Naquela altura em que não haviam telemóveis nem Msn, onde quando se tinha de dizer uma coisa dizia-se na cara, onde não se podia ignorar os outros deixando de se enviar mensagens por telefone porque já estava pré-combinado o próximo encontro. Naquela altura em que as pessoas tinham de sair de casa para se falarem, para estarem mais próximas, onde tudo era mais íntimo e pessoal.
Onde havia menos intrigas porque tudo o que se tinha a dizer, dizia-se na cara. Onde a sinceridade importava, onde a Palavra importava e era suficiente para as outras pessoas acreditarem em nós, onde o orgulho e o cavalheirismo faziam parte do quotidiano, onde se defendia a honra e se desafiava para um duelo quem dela fizesse pouco.
Talvez por ter estado em Madrid estes últimos 4 dias, por absorver o intelecto e o interesse cultural daquela cidade, por ver nomes tão importantes da arte como Calderón de La Barca, Cervantes, Velazquez, Federico García Lorca e Lope de Vega (cuja casa-museu fui visitar), por me dar a sensação que era tudo mais sincero e humilde naquela época...fiquei apaixonado por esses séculos e essa cidade.
Mais tarde farei um post sobre Madrid, não se preocupem.
As melhores férias que já tive.
Gostava também, e é aí que quero chegar, de ter vivido há uns séculos atrás. Uns 3, 4 ou 5. Naquela altura em que se andava de chapéus altos e bengalas na mão, onde os artistas eram vistos como os maiores símbolos de uma pátria e um motivo de orgulho. Naquela altura em que não haviam telemóveis nem Msn, onde quando se tinha de dizer uma coisa dizia-se na cara, onde não se podia ignorar os outros deixando de se enviar mensagens por telefone porque já estava pré-combinado o próximo encontro. Naquela altura em que as pessoas tinham de sair de casa para se falarem, para estarem mais próximas, onde tudo era mais íntimo e pessoal.
Onde havia menos intrigas porque tudo o que se tinha a dizer, dizia-se na cara. Onde a sinceridade importava, onde a Palavra importava e era suficiente para as outras pessoas acreditarem em nós, onde o orgulho e o cavalheirismo faziam parte do quotidiano, onde se defendia a honra e se desafiava para um duelo quem dela fizesse pouco.
Talvez por ter estado em Madrid estes últimos 4 dias, por absorver o intelecto e o interesse cultural daquela cidade, por ver nomes tão importantes da arte como Calderón de La Barca, Cervantes, Velazquez, Federico García Lorca e Lope de Vega (cuja casa-museu fui visitar), por me dar a sensação que era tudo mais sincero e humilde naquela época...fiquei apaixonado por esses séculos e essa cidade.
Mais tarde farei um post sobre Madrid, não se preocupem.
As melhores férias que já tive.
Pequeno orgulho
Hoje o Daniel e a Sara fizeram anos.
Uma mensagem ao Daniel, e fui a casa da Sara. A Sara tem daquelas famílias invejáveis, unidas e divertidas, que juntam três gerações diferentes e engraçadas no mesmo espaço. É também uma família muito próxima à da Ana, minha namorada, e sempre que há aquelas reuniões de famílias é muito boa onda, descontraído e animado.
A Sara fez anos e os miúdos mais novos da família, o João Maria (irmão da Sara), a Margarida (prima da Sara) e o inevitável e incrivelmente cómico António (irmão do Ramalho) fizeram uma peça para apresentar às famílias. Podiam ter escolhido várias peças, vários nomes, vários temas. Dentro desse interminável leque de temas escolheram um, e devido a uma ideia minha que eles, pelos vistos, adoraram e pela qual anseiam ver concretizada. E eu fiquei orgulhoso.
O nome da peça dos miúdos?
"Os óscares da família"
Uma mensagem ao Daniel, e fui a casa da Sara. A Sara tem daquelas famílias invejáveis, unidas e divertidas, que juntam três gerações diferentes e engraçadas no mesmo espaço. É também uma família muito próxima à da Ana, minha namorada, e sempre que há aquelas reuniões de famílias é muito boa onda, descontraído e animado.
A Sara fez anos e os miúdos mais novos da família, o João Maria (irmão da Sara), a Margarida (prima da Sara) e o inevitável e incrivelmente cómico António (irmão do Ramalho) fizeram uma peça para apresentar às famílias. Podiam ter escolhido várias peças, vários nomes, vários temas. Dentro desse interminável leque de temas escolheram um, e devido a uma ideia minha que eles, pelos vistos, adoraram e pela qual anseiam ver concretizada. E eu fiquei orgulhoso.
O nome da peça dos miúdos?
"Os óscares da família"
Resultado da final da taça Geoffrey

Há uns dias publiquei uma postagem que anunciava o jogo Toys R Us vs. Continente. Mas esqueci-me de depois colocar o resultado do referido jogo.
Os gato fedorento anunciavam um resultado para os jogos do Benfica de 15 a 0.
Pois bem, a Toys R Us pregou ao Continente 17 a 0.
É verdade.
Hugo, o Pinto, na baliza tem destas coisas de deixar o marcador a 0 na sua baliza. Tiago Sódio, capitão, e Bruno "el Gatto" Moutinho fizeram o resto.
A equipa que se quiser sujeitar a tal humilhação é favor de contactar qualquer um dos elementos da equipa.
Morada do local da cerimónia dos Óscares do Workshop de Teatro
Têm a morada disponível no site dos Óscares do Workshop de Teatro.
http://oscaresdoworkshopdeteatro2010.webs.com
http://oscaresdoworkshopdeteatro2010.webs.com
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