ATENÇÃO CAROS FÃS DE MÚSICA PESADINHA:
Informa-se que Hugo Silva Pinto é já portador do seu bilhete para assistir, dia 9 de Julho, ao concerto dos Slipknot no Optimus alive. Pede-se a vossa evacuação do recinto no passeio marítimo de Algés no mesmo dia, caso contrário, as consequências serão devastadoras e não nos responsabilizamos pelo que o Hugo vos possa fazer mal o primeiro elemento da banda pisar o palco.
Não me vou pôr com tretas, vá, não quero demonstrar a minha felicidade nem dizer quantas vezes já me masturbei a olhar para o bilhete. Só tenho a dizer que vou ver SLIPKNOT!!!!!!!!!!!...e que me tou a cagar para os bichonas dos Metallica que deviam era ficar em casa e deixarem os Slipknot serem cabeças de cartaz.
MAS EU VOU! A verdade é que vou sozinho...MAS VOU! FUCK YEAH!
YA! EU VOU Vê-LOS!
domingo, 31 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
O post que nunca faria.
Há quem escreva no seu blog a lista de coisas que gosta. Por exemplo..."Eu gosto de sol, praia, rir, comer, coca cola, toalhas amarelas, esperma,..." etc. Para além de bimbo, é estúpido.
Eu, pelo contrário, escrevo o que não gosto...porque é muito menos bimbo e estúpido.
Não leiam até ao final, não vale a pena, não vão aprender nada. Se querem aprender alguma coisa vão abrir um livro qualquer e ponham-se a ler.
Detesto ingratidão. É das piores coisas que me podem fazer, quando dou tudo por alguém, esforço-me, dou o meu suor para conseguir ver esse alguém bem, protejo-o perante tudo e todos, e depois esse alguém é incapaz de dizer um obrigado ou fazer o mesmo por mim.
Detesto injustiça, que me pisem, que recebam louvores por mim. Detesto que não dêem valor ao que faço. Detesto cinismo, odeio sorrisos pela frente e chapadas pelas costas. Detesto que não dêem valor à amizade.
Detesto falar de manhã.
Detesto pessoas que digam demasiado bem de si próprias. Detesto pessoas que tenham a mania da superioridade. Detesto pessoas que se exibam sem motivo. Detesto pessoas que pensam ser rebeldes. Detesto homofobias, detesto que não aceitem os gostos uns dos outros, detesto que não aceitem o estilo uns dos outros. Já agora, contradizendo-me, detesto chungas.
Detesto música comercial, mas pior que isso, detesto pessoas comerciais. Detesto o normal.
Detesto ódio.
Detesto saber que as outras pessoas gostem do mesmo que eu. Detesto que digam mal do que tenho vestido só porque não estão habituados a ver-me assim.
Detesto vento.
Detesto que me ignorem, detesto desprezo, detesto que falem por cima de mim, detesto que digam que eu disse. Detesto que me corrijam quando sei que tenho razão. Detesto que não me dêem satisfações quando têm de dar. Detesto não ser convidado.
Detesto maldade.
Detesto que julguem sem saberem as versões.
Detesto ir sozinho. Detesto que me deixem para trás. Detesto que me esqueçam. Detesto que escondam coisas de mim. Detesto pequenas mentiras. Detesto a mentalidade de 90% da sociedade portuguesa.
Detesto nunca me saber decidir, não saber o que quero para o meu futuro.
Detesto que me pressionem.
Detesto galinhas.
Detesto tanta coisa que nem me lembrava...nunca pensei que fosse tão detestável.
Eu, pelo contrário, escrevo o que não gosto...porque é muito menos bimbo e estúpido.
Não leiam até ao final, não vale a pena, não vão aprender nada. Se querem aprender alguma coisa vão abrir um livro qualquer e ponham-se a ler.
Detesto ingratidão. É das piores coisas que me podem fazer, quando dou tudo por alguém, esforço-me, dou o meu suor para conseguir ver esse alguém bem, protejo-o perante tudo e todos, e depois esse alguém é incapaz de dizer um obrigado ou fazer o mesmo por mim.
Detesto injustiça, que me pisem, que recebam louvores por mim. Detesto que não dêem valor ao que faço. Detesto cinismo, odeio sorrisos pela frente e chapadas pelas costas. Detesto que não dêem valor à amizade.
Detesto falar de manhã.
Detesto pessoas que digam demasiado bem de si próprias. Detesto pessoas que tenham a mania da superioridade. Detesto pessoas que se exibam sem motivo. Detesto pessoas que pensam ser rebeldes. Detesto homofobias, detesto que não aceitem os gostos uns dos outros, detesto que não aceitem o estilo uns dos outros. Já agora, contradizendo-me, detesto chungas.
Detesto música comercial, mas pior que isso, detesto pessoas comerciais. Detesto o normal.
Detesto ódio.
Detesto saber que as outras pessoas gostem do mesmo que eu. Detesto que digam mal do que tenho vestido só porque não estão habituados a ver-me assim.
Detesto vento.
Detesto que me ignorem, detesto desprezo, detesto que falem por cima de mim, detesto que digam que eu disse. Detesto que me corrijam quando sei que tenho razão. Detesto que não me dêem satisfações quando têm de dar. Detesto não ser convidado.
Detesto maldade.
Detesto que julguem sem saberem as versões.
Detesto ir sozinho. Detesto que me deixem para trás. Detesto que me esqueçam. Detesto que escondam coisas de mim. Detesto pequenas mentiras. Detesto a mentalidade de 90% da sociedade portuguesa.
Detesto nunca me saber decidir, não saber o que quero para o meu futuro.
Detesto que me pressionem.
Detesto galinhas.
Detesto tanta coisa que nem me lembrava...nunca pensei que fosse tão detestável.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Prison break

Acabei de ver o último episódio da última temporada (a quarta) da série Prison break.
A lágrima está cá no canto do olho, uma série espectacular, com personagens a quem nos apegamos tanto que chega a um nível completamente ridículo. As minhas favoritas? Theodore Bagwell e Alexander Mahone. De quem acabei por não gostar assim tanto? Michael Scofield. Não digo o final, mas fogo...custa no coração.
Grande série.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Papa

Só depois de ver o filme Anjos e Demónios, na sua estreia, é que reparei num facto que me levou a criar a seguinte tese:
Os Papas têm sempre movimentos muito lentos, não sei se já cronometraram o tempo em que os Papas fazem o sinal da cruz, por exemplo. Eu já. Demoram 2 minutos e meio, no mínimo. E eu sei porquê! Sei a razão pela qual os Papas têm de fazer sempre movimentos tão lentos!
Já repararam na altura do chapéu que eles têm em cima da cabeça? É preciso demasiado equilíbrio, nada de movimentos bruscos!
Anjos e demónios
O filme está muito fixe. No entanto, para quem leu o livro...pode achar o filme um bocado...adulterado.
O livro está, sem dúvida, no meu top dos melhores que já li. Apesar de comercial e das críticas que possam ser feitas a Dan Brown, o facto é que o livro é completamente viciante. Genial.
O filme tem cenas que não são devidamente bem apresentadas, como os ambigramas das marcas da Terra, Ar, Fogo e Ar. Quem não leu o livro, duvido que repare que as marcas no peito dos bispos são ambigramas. Isso, o facto de terem retirado a personagem do pai da Vectra, substituindo-o por um chefe da Guarda Suiça, a falta da cena do Rogert a ir para a Suiça num avião que atinge o Mach 15 e terem tirado a cena em que o Robert embarca no helicóptero com o Camarlengo na altura em que ele leva consigo a antimatéria, são os principais defeitos do filme. De resto, como disse, para quem não leu o livro, acredito que ache que o filme é brutal. O livro, esse, é 10 vezes o filme. Aconselho vivamente.
Só uma nota: Anjos e demónios é 20 vezes o Código Da Vinci.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Hans Zimmer

Meus amigos, por favor uma grande salva de palmas a este GRANDE senhor da arte.
Considero-o, sem exagerar, um Wolfgang Amadeus Mozart do século XXI, um verdadeiro prodígio na arte de compôr. Não percebendo muito da coisa, não posso entrar por pormenores técnicos, mas é, sem dúvida, música que me enche os ouvidos. Para quem PENSA que nunca ouviu, desenganem-se. O senhor Hans Zimmer já compôs música para pelo menos metade dos filmes que vocês já viram em toda a vossa vida, e é criador, indiscutivelmente, das melhores bandas sonoras.
Entre elas, compôs músicas para as bandas sonoras dos filmes: (Atenção, nem todos são grandes filmes mas têm, sem dúvida, grandes bandas sonoras)
Gladiador;
Rei Artur;
O último samurai;
Madagáscar (1 e 2);
Pirata das caraíbas;
Os Simpsons;
Pearl Harbor;
Hannibal:
O REI LEÃO;
entre outros.
A sério, oiçam, vale por tudo.
Excelente.
Obrigado, Hans Zimmer, no dia em que tiver de partir, vá tranquilamente com a consciência de que nos deixou um óptimo legado.
domingo, 10 de maio de 2009
Sensation - Ocean of white
Não sei se alguém viu a transmissão deste evento, em directo, na Sic Radical. Era um evento ao qual eu gostaria de ter ido, caso houvesse posses monetárias, no entanto, na sua falta, não fui. E, ao ver a transmissão na sic radical, agradeci a Deus por me ter feito pobre, senão tinha desperdiçado uns preciosos 50 euros, ou lá qual era o preço do bilhete.
Para quem não viu a transmissão, tenho a dizer que, após 5 minutos de visualização, vi-me forçado a mudar para o Art Attack que passava no Disney Channel. Juro.
O evento é um verdadeiro espectáculo, não há duvida de que é muito bom. Mas há algo no espírito da juventude portuguesa, e não só na juventude, que me irrita. O mais aproximado que consigo chegar é o seguinte: Imaginem aqueles discursos bastante divertidos do Papa na varanda do Vaticano, com milhares de fiéis a ouvirem-no, austeramente. Assim se via os milhares no Pavilhão Atlântico. É muito triste.
Triste, por duas razões: Em primeiro porque há pessoas que, indubitavelmente, gostavam de ter estado lá e que não estiveram pelo facto de não conseguirem dinheiro para irem a esses eventos. Mas, caso fossem, iam divertir-se, aproveitar os 50 euros que gastaram, de certeza!
Em segundo lugar, porque, ao ver aquela transmissão, lembrei-me dum facto. Dá-me a sensação que as pessoas hoje em dia não se sabem divertir se não estiverem bêbadas ou drogadas. É verdade! E é tão irritante! Até nos meus grupos de amigos, há aquelas pessoas que sóbrias são dum aborrecimento incalculável, mas que, depois do terceiro copo, ficam imparáveis. Eu digo-vos uma coisa: Não preciso de beber para ser o mais animado numa festa, e é nojento ver pessoas quê têm de estar bêbadas para terem um pretexto para fazerem palhaçadas.
Isto só para dizer que a mentalidade portuguesa em relação à noite está completamente suja. Fuck it.
Para quem não viu a transmissão, tenho a dizer que, após 5 minutos de visualização, vi-me forçado a mudar para o Art Attack que passava no Disney Channel. Juro.
O evento é um verdadeiro espectáculo, não há duvida de que é muito bom. Mas há algo no espírito da juventude portuguesa, e não só na juventude, que me irrita. O mais aproximado que consigo chegar é o seguinte: Imaginem aqueles discursos bastante divertidos do Papa na varanda do Vaticano, com milhares de fiéis a ouvirem-no, austeramente. Assim se via os milhares no Pavilhão Atlântico. É muito triste.
Triste, por duas razões: Em primeiro porque há pessoas que, indubitavelmente, gostavam de ter estado lá e que não estiveram pelo facto de não conseguirem dinheiro para irem a esses eventos. Mas, caso fossem, iam divertir-se, aproveitar os 50 euros que gastaram, de certeza!
Em segundo lugar, porque, ao ver aquela transmissão, lembrei-me dum facto. Dá-me a sensação que as pessoas hoje em dia não se sabem divertir se não estiverem bêbadas ou drogadas. É verdade! E é tão irritante! Até nos meus grupos de amigos, há aquelas pessoas que sóbrias são dum aborrecimento incalculável, mas que, depois do terceiro copo, ficam imparáveis. Eu digo-vos uma coisa: Não preciso de beber para ser o mais animado numa festa, e é nojento ver pessoas quê têm de estar bêbadas para terem um pretexto para fazerem palhaçadas.
Isto só para dizer que a mentalidade portuguesa em relação à noite está completamente suja. Fuck it.
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