Data e local marcados.
htp://oscaresdoworkshopdeteatro.webs.com
sábado, 27 de março de 2010
Dois pelo preço de um
Há duas pessoas das quais vos venho falar hoje, simplesmente porque me apetece. Não sou hipócrita ao ponto de escrever textos amorosos sobre esta ou aquela pessoa no seu dia de aniversário, porque, na minha opinião, dá uma imagem de que nos lembramos de dizer bem daquela pessoa somente nesse dia, porque soa a falso e forçado e porque, mais uma vez na minha opinião, o que se tem a dizer diz-se a qualquer altura do ano. Não me querendo alongar nesta introdução, cá vai.
Conheci os gémeos formalmente com 15 anos. Digo formalmente porque já dantes me cruzava com eles no autocarro 423, que une o Estoril à Abobada, passando por Caparide e Tires. Nessa altura, quando apanhávamos o mesmo autocarro, não os suportava; nunca tínhamos cruzado palavras, mas o seu comportamento infantil, carregando nas campainhas do autocarro fazendo-o em todas as paragens e o volume das suas vozes deixavam-me mal disposto, e comecei a detestá-los mesmo antes de os conhecer. Aqueles dois seres gordos (porque o eram, e feios, na verdade), chegaram ao Liceu de S. João no mesmo ano que eu (o ano que eu pessoalmente considero o último de jeito do Liceu de S. João), o André calhou na minha turma, o Ricardo em Economia. A primeira coisa que reparei no André foi que tinha um leitor de Cd’s (atenção que os MP3 ainda não estavam na moda) igual ao meu, aquele azul brutal transparente. Detestei-o mais por isso.
O André passou a ser aquele gajo que se sentava à minha frente nas aulas, e eu dava-lhe carolos e chapadas na cabeça rapada apenas porque me apetecia, nesse gesto que hoje é banalmente denominado de bullying. A certa altura ele começou a responder, não com violência fortuita como eu, mas com “Pára quieto pá!”, e eu comecei, de certa forma, a ganhar-lhe algum, se bem que pouco, respeito.
Tudo mudou numa aula de História, numa dessas aulas que mudaram o sentido no Ensino para sempre. Lembro-me que eu estava a caminho da porta de saída, mandado para a rua por essa professora de quem, sinceramente, tenho as maiores saudades e o maior respeito, Ana Marques Guedes. Como estava a dizer, fui mandado para a rua por ter mais uma vez dado uma chapada na cabeça rapada do André quando, quando chego perto da porta de saída, o André responde a uma pergunta da professora incluindo a expressão “ejaculação gasosa”. Por algum motivo, o André decidiu por bem utilizar aquela expressão, que lhe deu o direito de vir também para a rua. Aí sim, o André conquistou o meu respeito.
O Ricardo fazia parte do grupo, todas as manhãs éramos muitos reunidos antes do toque, nos intervalos, nos almoços, em tudo. Os gémeos começaram também, a partir de um determinado momento, a andar unicamente de bicicleta. Deixaram de andar de transportes públicos, fossem onde fossem iam de bicicleta. Logicamente que o cheiro a transpiração do André nas aulas era agoniante, o que contribuiu para o insucesso entre o sexo oposto.
Mas o que é que eu estou a fazer? Não sou ninguém para contar a história dos gémeos. Onde eu quero chegar é ao seguinte: Eles passaram do meu alvo de bullying favorito, para duas pessoas e dois amigos que considero imprescindíveis.
O André cresceu para caraças, soltou-se, desinibiu-se e, apesar de ainda não poder dizer que tem sucesso entre o sexo oposto, posso eu afirmar que acho que está muito bem e num caminho muito próspero.
O Ricardo é aquele que manda aquelas piadas que de tão secas fazem rir, e que muitas vezes nos deixam constrangidos quando saímos com ele. Neste momento lembro-me de dois ou três casos mas que prefiro não enunciar.
No outro dia, mais ou menos no início da semana, reunimo-nos para pormos a conversa em dia e…os meus meninos cresceram, e tenho orgulho neles. Já não são os gémeos, são o André e o Ricardo, duas personalidades completamente distintas.
Nunca tive dificuldade em distingui-los, sempre os diferenciei até de costas (uuuh), mas agora sim, já não têm nada a ver um com o outro.
Por muito que já vos tenha dito e feito, e por muito que já me tenham desiludido, a vossa amizade é daquelas que sei que vão durar muito tempo.
(Eles provavelmente não lerão este texto porque não vêm ao blog, mas eu escrevo-o à mesma!) Um grande abraço, amigos!
Conheci os gémeos formalmente com 15 anos. Digo formalmente porque já dantes me cruzava com eles no autocarro 423, que une o Estoril à Abobada, passando por Caparide e Tires. Nessa altura, quando apanhávamos o mesmo autocarro, não os suportava; nunca tínhamos cruzado palavras, mas o seu comportamento infantil, carregando nas campainhas do autocarro fazendo-o em todas as paragens e o volume das suas vozes deixavam-me mal disposto, e comecei a detestá-los mesmo antes de os conhecer. Aqueles dois seres gordos (porque o eram, e feios, na verdade), chegaram ao Liceu de S. João no mesmo ano que eu (o ano que eu pessoalmente considero o último de jeito do Liceu de S. João), o André calhou na minha turma, o Ricardo em Economia. A primeira coisa que reparei no André foi que tinha um leitor de Cd’s (atenção que os MP3 ainda não estavam na moda) igual ao meu, aquele azul brutal transparente. Detestei-o mais por isso.
O André passou a ser aquele gajo que se sentava à minha frente nas aulas, e eu dava-lhe carolos e chapadas na cabeça rapada apenas porque me apetecia, nesse gesto que hoje é banalmente denominado de bullying. A certa altura ele começou a responder, não com violência fortuita como eu, mas com “Pára quieto pá!”, e eu comecei, de certa forma, a ganhar-lhe algum, se bem que pouco, respeito.
Tudo mudou numa aula de História, numa dessas aulas que mudaram o sentido no Ensino para sempre. Lembro-me que eu estava a caminho da porta de saída, mandado para a rua por essa professora de quem, sinceramente, tenho as maiores saudades e o maior respeito, Ana Marques Guedes. Como estava a dizer, fui mandado para a rua por ter mais uma vez dado uma chapada na cabeça rapada do André quando, quando chego perto da porta de saída, o André responde a uma pergunta da professora incluindo a expressão “ejaculação gasosa”. Por algum motivo, o André decidiu por bem utilizar aquela expressão, que lhe deu o direito de vir também para a rua. Aí sim, o André conquistou o meu respeito.
O Ricardo fazia parte do grupo, todas as manhãs éramos muitos reunidos antes do toque, nos intervalos, nos almoços, em tudo. Os gémeos começaram também, a partir de um determinado momento, a andar unicamente de bicicleta. Deixaram de andar de transportes públicos, fossem onde fossem iam de bicicleta. Logicamente que o cheiro a transpiração do André nas aulas era agoniante, o que contribuiu para o insucesso entre o sexo oposto.
Mas o que é que eu estou a fazer? Não sou ninguém para contar a história dos gémeos. Onde eu quero chegar é ao seguinte: Eles passaram do meu alvo de bullying favorito, para duas pessoas e dois amigos que considero imprescindíveis.
O André cresceu para caraças, soltou-se, desinibiu-se e, apesar de ainda não poder dizer que tem sucesso entre o sexo oposto, posso eu afirmar que acho que está muito bem e num caminho muito próspero.
O Ricardo é aquele que manda aquelas piadas que de tão secas fazem rir, e que muitas vezes nos deixam constrangidos quando saímos com ele. Neste momento lembro-me de dois ou três casos mas que prefiro não enunciar.
No outro dia, mais ou menos no início da semana, reunimo-nos para pormos a conversa em dia e…os meus meninos cresceram, e tenho orgulho neles. Já não são os gémeos, são o André e o Ricardo, duas personalidades completamente distintas.
Nunca tive dificuldade em distingui-los, sempre os diferenciei até de costas (uuuh), mas agora sim, já não têm nada a ver um com o outro.
Por muito que já vos tenha dito e feito, e por muito que já me tenham desiludido, a vossa amizade é daquelas que sei que vão durar muito tempo.
(Eles provavelmente não lerão este texto porque não vêm ao blog, mas eu escrevo-o à mesma!) Um grande abraço, amigos!
Ivanov
Fomos ver Ivanov, de Tchekhov, era eu, a Ana, o Pepe e alguns amigos desse brasileiro carismático que tanto conhece e partilha. A peça é excelente, tem um bom ritmo, e um final muito bom, com actuações de se lhe tirar o chapéu.
Para assinalar o Dia Internacional do Teatro, hoje, dia 27 de Março, os actores convidaram o público a subir ao palco para beber um copo. Eu não fui. Se o destino quiser, um dia estarei daquele lado por mérito próprio.
FELIZ DIA INTERNACIONAL DO TEATRO!!!
Para assinalar o Dia Internacional do Teatro, hoje, dia 27 de Março, os actores convidaram o público a subir ao palco para beber um copo. Eu não fui. Se o destino quiser, um dia estarei daquele lado por mérito próprio.
FELIZ DIA INTERNACIONAL DO TEATRO!!!
sexta-feira, 26 de março de 2010
Xavier Rudd
Sim, ele é a banda inteira.
I like it, who doesn't?
I know, i see, i feel and i fear it everyday
These ego's and minds and games
With all their power could end our days
Still the sun it shines and the moon it sinks with grace
It's such a shame that all this shit exists
Here on this earth, this magical place
I'm doing fine
Yes you have the funds and size and power to make some change
What you have will break their smiles
so many people so many ways
each Child who walks their line
should be free to run their race
it's such a shame that all this shit exists
here on this earth, this magical place
I'm doing fine
I like it, who doesn't?
I know, i see, i feel and i fear it everyday
These ego's and minds and games
With all their power could end our days
Still the sun it shines and the moon it sinks with grace
It's such a shame that all this shit exists
Here on this earth, this magical place
I'm doing fine
Yes you have the funds and size and power to make some change
What you have will break their smiles
so many people so many ways
each Child who walks their line
should be free to run their race
it's such a shame that all this shit exists
here on this earth, this magical place
I'm doing fine
quinta-feira, 25 de março de 2010
Já a partir de amanhã...

Ora bem, amanhã teste de Cultura Clássica, sábado de manhã levantar às 7:00 para ir à inspecção com o carro. Ainda sábado teatro, Ivanov, de Tchekov, com Pepe, Daniel, Ana, e mais não sei, depois bairro alto. Domingo jogo Toys R Us vs. Continente. Depois férias, quarta-feira Madrid até sábado. Qualquer coisa que queiram marcar tenham em atenção esta agenda.
PS: Acho que tenho alguma coisa marcada para amanhã à noite mas não me lembro o quê, se a pessoa/pessoas com quem tenho algo combinado na sexta à noite lerem este post, por favor relembrem-me.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Jogo do ano

No primeiro encontro, à cerca de um mês atrás, a equipa do Continente levou a melhor perante uma equipa do Toys “R” us desfalcada, ganhando com apenas um golo de diferença e já nos períodos de desconto. Agora, um mês depois, a equipa da Toys “R” us promete uma exibição de sonho face aos seus mais directos rivais na luta pelo troféu Empresa do Ano.
Hugo Pinto, jogador da Toys “R” Us, regressará à sua posição onde tanto deu nas vistas na sua antiga equipa do Tires, guarda-redes, e promete mostrar-nos um pouco da sua magia. Tiago Sódio, capitão da Toys “R” Us team e “el gatto” Moutinho prometem estar na sua melhor forma. Também André Caldeira “Coquinhas” revelou-nos que ficará no banco para que a equipa jogue melhor, Hugo Adro disse que tiraria os brincos de 3 quilos cada um das orelhas para poder correr mais rápido, Rasta e Diogo Limão prometeram fazer saltar a bancada.
A equipa do Continente que se prepare, porque está prestes a ser alvo da FÚRIA TOYS “R” US!
Numa ironia engraçada, fazendo menção à sua equipa de uma loja de brinquedos, Hugo Pinto revelou que “este jogo vai ser uma brincadeira para crianças!”.
TOYS “R” US vs. CONTINENTE
Domingo, às 19:45 no Pavilhão de Alcabideche.
Couples
Nunca me habituei à ideia de ver um amigo meu e uma amiga minha, do mesmo grupo, a andarem. Se eu quando cheguei ao grupo eles já namoravam não me faz impressão, mas se esse namoro começou depois já me faz alguma. Não que eu não os goste de ver juntos, mas é que esse namoro posteriormente vai sempre, sempre (falo dos casos que aconteceram comigo, que vai numa percentagem de quase 100%...parabéns ao Ramalho e à Sara, o eterno casal)…como dizia, esse namoro vai sempre ter repercursões, na maioria dos casos negativa, no grupo. Ou porque os elementos do casal vão abdicar de alguns momentos em grupo para andarem aos beijos, apalpanços e brincadeirinhas irritantes de casal, ou porque vão abdicar de saídas em grupo porque “hoje vou tar com o/a X”, ou porque, quando acabam…o que acontece em 99% dos casos, o final do namoro tem um impacto no grupo completamente dispensável. Ilustrando: se um amigo de um determinado grupo meu tem uma namorada doutro lado qualquer, se ele abdicar das saídas de grupo será um a fazer falta e não dois, bem como se acabar com ela, não haverá divisões em grupos dentro do próprio grupo, o que, quando são dois elementos do mesmo grupo a namorarem e a acabar, acontece.
Com o passar do tempo tenho-me habituado ao facto de ver amigos do mesmo grupo apaixonarem-se, terem um namoro, a acabarem, a dividirem o grupo em dois (porque o fim destes namoros nunca é pacífico…como, de resto, deveria ser), e a raramente ver um desses elementos do grupo. Tenho-me habituado a isso mais por força das ocasiões, do que por realmente ter aberto a mente para esse factor. Se há coisa que detesto que mexam é nos meus grupos de amigos…e quando digo mexer entenda-se “separar”.
Eu e a minha namorada faziamos parte do mesmo grupo. Apaixonámo-nos e namoramos. Nunca ninguém do meu grupo ao qual ambos pertencemos me ouviu dizer “Hoje não dá para sair, vou estar com a Ana”, ou me viu a abdicar de um momento de grupo para ter um momento de casal, ou me viu demorar mais de 5 segundos num beijo de despedida (beijos esses que, com outros casais, demoram em média 5 minutos). No entanto, sou um namorado muito feliz, ela, pelo que sei, é uma namorada muito feliz, temos uma vida social bastante boa e somos um casal excelente. Custa assim tanto um casal perceber que há momentos para tudo?
Uma outra coisa é o mais irritante que um espectador de fora pode assistir dentro de um casal: uma senama namoram, noutra não. Recuso-me a acreditar na durabilidade de um casal com estas propriedades, bem como na felicidade do mesmo. Se um casal com estas propriedades me diz “nós somos assim e já andamos há 3 anos”, sinto pena. O amor é uma certeza. É um sentimento certo, absoluto, e, por mais difícil que seja imaginar, concreto. Não é algo que nos faça dizer “acabou” numa semana, e noutra, e noutra. Ao longo do tempo existem dúvidas, claro…mas por isso é que são um casal, dois! Para falarem, para debaterem, para se adaptarem um ao outro, para conversarem. Falta tanta comunicação entre os casais hoje em dia, a sério.
Detesto elementos de casais que arranjam motivos para discussão a cada 5 minutos. Casais que não conseguem passar um dia inteiro juntos sem terem uma discussão, ou um amuo, ou outra coisa qualquer do género. Para além de irritante para que está ao lado do casal, é também desgastante para um dos elementos que tende a ser mais “boa onda”.
Como disse acima, o amor é uma coisa certa, uma certeza absoluta, e só assim pode ser vivido na sua plenitude, e feliz!
Por favor, amem-se a sério…sejam felizes!
Este texto é para duas amigas minhas, para ver se metem juízo nestas cabeças.
Adoro-vos.
Com o passar do tempo tenho-me habituado ao facto de ver amigos do mesmo grupo apaixonarem-se, terem um namoro, a acabarem, a dividirem o grupo em dois (porque o fim destes namoros nunca é pacífico…como, de resto, deveria ser), e a raramente ver um desses elementos do grupo. Tenho-me habituado a isso mais por força das ocasiões, do que por realmente ter aberto a mente para esse factor. Se há coisa que detesto que mexam é nos meus grupos de amigos…e quando digo mexer entenda-se “separar”.
Eu e a minha namorada faziamos parte do mesmo grupo. Apaixonámo-nos e namoramos. Nunca ninguém do meu grupo ao qual ambos pertencemos me ouviu dizer “Hoje não dá para sair, vou estar com a Ana”, ou me viu a abdicar de um momento de grupo para ter um momento de casal, ou me viu demorar mais de 5 segundos num beijo de despedida (beijos esses que, com outros casais, demoram em média 5 minutos). No entanto, sou um namorado muito feliz, ela, pelo que sei, é uma namorada muito feliz, temos uma vida social bastante boa e somos um casal excelente. Custa assim tanto um casal perceber que há momentos para tudo?
Uma outra coisa é o mais irritante que um espectador de fora pode assistir dentro de um casal: uma senama namoram, noutra não. Recuso-me a acreditar na durabilidade de um casal com estas propriedades, bem como na felicidade do mesmo. Se um casal com estas propriedades me diz “nós somos assim e já andamos há 3 anos”, sinto pena. O amor é uma certeza. É um sentimento certo, absoluto, e, por mais difícil que seja imaginar, concreto. Não é algo que nos faça dizer “acabou” numa semana, e noutra, e noutra. Ao longo do tempo existem dúvidas, claro…mas por isso é que são um casal, dois! Para falarem, para debaterem, para se adaptarem um ao outro, para conversarem. Falta tanta comunicação entre os casais hoje em dia, a sério.
Detesto elementos de casais que arranjam motivos para discussão a cada 5 minutos. Casais que não conseguem passar um dia inteiro juntos sem terem uma discussão, ou um amuo, ou outra coisa qualquer do género. Para além de irritante para que está ao lado do casal, é também desgastante para um dos elementos que tende a ser mais “boa onda”.
Como disse acima, o amor é uma coisa certa, uma certeza absoluta, e só assim pode ser vivido na sua plenitude, e feliz!
Por favor, amem-se a sério…sejam felizes!
Este texto é para duas amigas minhas, para ver se metem juízo nestas cabeças.
Adoro-vos.
domingo, 21 de março de 2010
Houvessem mais dias assim
Outra coisa, ontem, sábado, fui com a Ana, André (gémeo), Diogo, Daniel (Tebaldo) e respectivo grupo ao festival 5 elementos, em Oeiras. Festival à borla, num parque brutal, com um ambiente…excelente. Por momentos, no fim da tarde, quando chegámos, senti-me numa espécie de woodstock adaptado aos dias de hoje, era um complexo com o espaço para concertos, com as típicas roulottes do pão com chouriço e afins. Na parte de trás, era um jardim enorme, com pessoal muito boa onda, a fazer jogos malabares, a equilibrarem-se numa fita presa entre duas árvores, djembés, música e muito bom ambiente. O nosso grupo começou a tocar e passado pouco tempo junta-se um grupo, também quer tocar connosco, e ficamos ali por uns minutos (o André apercebe-se de que uma das que se juntou ao grupo participou nos ídolos). Vamos para a Jam Session, brutal, com aquela vibração que põe a dançar o pé mais acanhado. Segue-se a chegada do Pedro, Murteira e Marta, Katharsis, um deslumbre da Sofia, Kataró e a amiga dela que agora não me ocorre o nome, e vamos embora.
Ficam saudades dessa tarde/noite. Era uma vida assim.
quarta-feira, 17 de março de 2010
ÓSCARES DO WORKSHOP - IMPORTANTE
Se a passada postagem é a mais idiota de todo este blog, esta é a mais importante.
AVISAM-SE TODOS OS PARTICIPANTES DE TODOS OS WORKSHOPS DE TEATRO, QUE EXISTE DESDE HOJE UM SITE (NÃO UM BLOG, UM SITE!!!) OFICIAL DOS ÓSCARES DO WORKSHOP DE TEATRO. PARA AS PESSOAS QUE JÁ TINHAM VOTADO AQUI NO HUGO,O PINTO, EXISTEM AGORA 8 NOVAS CATEGORIAS PARA VOTAREM!! É VERDADE, SÃO AO TODO 18 CATEGORIAS ONDE PODEM VOTAR!! AVISA-SE QUE OS QUE JÁ VOTARAM NESTE BLOG, AS SUAS VOTAÇÕES FORAM JÁ ENCAMINHADAS PARA O NOVO SITE, PELO QUE DEVEM APENAS VOTAR NAS 8 NOVAS CATEGORIAS. O SITE, ESSE, É O http://oscaresdoworkshopdeteatro2010.webs.com e pode ser acedido já a partir daqui.
SÃO CATEGORIAS, NOMEADOS, VÍDEOS E FOTOS, PEÇO A TODOS OS PARTICIPANTES DOS WORKSHOPS QUE NÃO DEIXEM DE VOTAR E, JÁ AGORA, LEIAM O AVISO EM "IMPORTANTE".
(atenção, o site não leva o comum "www.")
AVISAM-SE TODOS OS PARTICIPANTES DE TODOS OS WORKSHOPS DE TEATRO, QUE EXISTE DESDE HOJE UM SITE (NÃO UM BLOG, UM SITE!!!) OFICIAL DOS ÓSCARES DO WORKSHOP DE TEATRO. PARA AS PESSOAS QUE JÁ TINHAM VOTADO AQUI NO HUGO,O PINTO, EXISTEM AGORA 8 NOVAS CATEGORIAS PARA VOTAREM!! É VERDADE, SÃO AO TODO 18 CATEGORIAS ONDE PODEM VOTAR!! AVISA-SE QUE OS QUE JÁ VOTARAM NESTE BLOG, AS SUAS VOTAÇÕES FORAM JÁ ENCAMINHADAS PARA O NOVO SITE, PELO QUE DEVEM APENAS VOTAR NAS 8 NOVAS CATEGORIAS. O SITE, ESSE, É O http://oscaresdoworkshopdeteatro2010.webs.com e pode ser acedido já a partir daqui.
SÃO CATEGORIAS, NOMEADOS, VÍDEOS E FOTOS, PEÇO A TODOS OS PARTICIPANTES DOS WORKSHOPS QUE NÃO DEIXEM DE VOTAR E, JÁ AGORA, LEIAM O AVISO EM "IMPORTANTE".
(atenção, o site não leva o comum "www.")
O caracol
O caracol é o animal mais injustiçado de todos os animais existentes no Planeta. A sério. Quando alguém é lento a andar, usa-se a expressão "passo de caracol", bem como todas as outras tarefas que sejam executadas de forma lenta, lá vem o caracol chamado à questão.
Não acho bem e vocês perguntam-se porquê!
"Meu Deus, mas porque é que o Hugo não acha bem??!"
Porque, e isto é verdade, apesar de andar vagarosamente, o caracol é um animal que está sempre, sempre, sempre, sempre em constante movimento. Um caracol está sempre a andar, nunca pára! E isto digo eu porque está provado, segundo estudos científicos levados a cabo pela Universidade de Tires, o caracol nunca pára. Nem para comer nem para dormir.
Esta é provavelmente a postagem mais idiota que já leram em qualquer blog, por isso fico feliz por ao menos fazer parte de alguma coisa.
Não acho bem e vocês perguntam-se porquê!
"Meu Deus, mas porque é que o Hugo não acha bem??!"
Porque, e isto é verdade, apesar de andar vagarosamente, o caracol é um animal que está sempre, sempre, sempre, sempre em constante movimento. Um caracol está sempre a andar, nunca pára! E isto digo eu porque está provado, segundo estudos científicos levados a cabo pela Universidade de Tires, o caracol nunca pára. Nem para comer nem para dormir.
Esta é provavelmente a postagem mais idiota que já leram em qualquer blog, por isso fico feliz por ao menos fazer parte de alguma coisa.
O chico
Se há pessoa que eu não gostava, de todo, de ter conhecido na minha vida era o Francisco.
Para as pessoas que não sabem a quem me refiro, trata-se do Chico.
Para as pessoas que ainda estão na dúvida, estou a referir-me ao Francisco, o Chico, que deu origem à expressão "chico-esperto".
A sério, se pararem um bocado para pensar, esta expressão teve de começar por algum lado. Num qualquer momento da História de Portugal existiu um rapaz chamado Francisco, conhecido entre os amigos por Chico, e que era o "gajo" mais irritante, mais maniento, mais convencido de todos os seres que já habitaram neste país.
Eu podia divagar um bocado sobre o Francisco, e até teria a sua piada.
Mas não o vou fazer.
Para as pessoas que não sabem a quem me refiro, trata-se do Chico.
Para as pessoas que ainda estão na dúvida, estou a referir-me ao Francisco, o Chico, que deu origem à expressão "chico-esperto".
A sério, se pararem um bocado para pensar, esta expressão teve de começar por algum lado. Num qualquer momento da História de Portugal existiu um rapaz chamado Francisco, conhecido entre os amigos por Chico, e que era o "gajo" mais irritante, mais maniento, mais convencido de todos os seres que já habitaram neste país.
Eu podia divagar um bocado sobre o Francisco, e até teria a sua piada.
Mas não o vou fazer.
terça-feira, 16 de março de 2010
David Peña Dorantes - Orobroy (A casa de Bernarda Alba)
PARA VOTAR NOS ÓSCARES DO WORKSHOP DE TEATRO CLICA AQUI
Dedicado a todos, sem excepção, aqueles que participaram na peça A Casa de Bernarda Alba, no workshop de 2009. Um hino a essas semanas.
De arrepiar.
Bus junelo a purí golí e men arate
sos guillabella duquelando
palal gres e berrochí,
prejenelo a Undebé sos bué men orchí callí
ta andiar diñelo andoba suetí
rujis pre alangarí
A letra está em Romaní, mais conhecida como "língua dos ciganos" (com todo o respeito). A tradução é mais ou menos isto:
Quando oiço a velha voz do meu sangue
Que canta e chora lembrando-se
De séculos passados de horror,
Sinto Deus que perfuma a minha alma
E no mundo eu continuo a semear
Rosas em vez de dor.
Dedicado a todos, sem excepção, aqueles que participaram na peça A Casa de Bernarda Alba, no workshop de 2009. Um hino a essas semanas.
De arrepiar.
Bus junelo a purí golí e men arate
sos guillabella duquelando
palal gres e berrochí,
prejenelo a Undebé sos bué men orchí callí
ta andiar diñelo andoba suetí
rujis pre alangarí
A letra está em Romaní, mais conhecida como "língua dos ciganos" (com todo o respeito). A tradução é mais ou menos isto:
Quando oiço a velha voz do meu sangue
Que canta e chora lembrando-se
De séculos passados de horror,
Sinto Deus que perfuma a minha alma
E no mundo eu continuo a semear
Rosas em vez de dor.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Descoberta INACREDITÁVEL!!
VOTEM NOS ÓSCARES DO WORKSHOP AQUI.
Pois é amigos hoje estou aqui para vos responder a uma dúvida que vos tem de certeza absoluta assombrado desde há 16 anos a esta parte. Uma dúvida que, mesmo que não pensem nela, a verdade é que ela reside numa parte do vosso cérebro e inconscientemente vos perturba todos os dias a toda a hora.
A descoberta? Não sei se estão prontos…
É verdade, descobri o que é que é dito nos primeiros minutos do filme O Rei Leão, aquela parte numa língua aborígene e que as pessoas regularmente cantam “Nááásábéndiááá bádábitibóbó!!”. Nada disso! Após uma pesquisa pormenorizada, encontrei o Sreenplay (que em português é o “argumento” mas disse em inglês para ter mais estilo) do Rei Leão e estou prestes a revelar-vos o que é realmente dito nessa parte da canção inicial que abre o melhor filme de animação de todos os tempos.
Mas atenção! Estou aqui não só para vos revelar o que é dito na língua aborígene mas também para vos dizer o seu significado. Não devia ser pago por isto? Por vos dar uma informação que mudará a vossa vida para sempre? Devia pois.
Deixando-me de tretas, passarei então a revelar-vos o argumento do O rei leão que explica essa parte da música:
Nants ingonyama bagithi Baba [Here comes a lion, Father]
BS: Sithi uhm ingonyama [Oh yes, it's a lion]
{Various shots of animals raising their heads at the sunrise:
rhinos, antelope, a cheetah, meerkats, storks...}
MS: Nants ingonyama bagithi Baba [Here comes a lion, Father]
BS: Sithi uhhmm ingonyama [Oh yes, it's a lion]
Ingonyama
MS: Siyo Nqoba [We're going to conquer]
BS: Ingonyama
Ingonyama nengw' enamabala [A lion and a leopard come to this open place]
Podem ver a música AQUI
Nota cultural: a lingua falada nesta parte da música é o zulu, uma das línguas faladas na África do Sul.
Vá, a partir de hoje já podem dormir mais descansados. Foi um prazer ajudar-vos. Não fazem ideia do meu entusiasmo quando descobri a resposta para esta dúvida que me atormentava dias e noites.
Pois é amigos hoje estou aqui para vos responder a uma dúvida que vos tem de certeza absoluta assombrado desde há 16 anos a esta parte. Uma dúvida que, mesmo que não pensem nela, a verdade é que ela reside numa parte do vosso cérebro e inconscientemente vos perturba todos os dias a toda a hora.
A descoberta? Não sei se estão prontos…
É verdade, descobri o que é que é dito nos primeiros minutos do filme O Rei Leão, aquela parte numa língua aborígene e que as pessoas regularmente cantam “Nááásábéndiááá bádábitibóbó!!”. Nada disso! Após uma pesquisa pormenorizada, encontrei o Sreenplay (que em português é o “argumento” mas disse em inglês para ter mais estilo) do Rei Leão e estou prestes a revelar-vos o que é realmente dito nessa parte da canção inicial que abre o melhor filme de animação de todos os tempos.
Mas atenção! Estou aqui não só para vos revelar o que é dito na língua aborígene mas também para vos dizer o seu significado. Não devia ser pago por isto? Por vos dar uma informação que mudará a vossa vida para sempre? Devia pois.
Deixando-me de tretas, passarei então a revelar-vos o argumento do O rei leão que explica essa parte da música:
Nants ingonyama bagithi Baba [Here comes a lion, Father]
BS: Sithi uhm ingonyama [Oh yes, it's a lion]
{Various shots of animals raising their heads at the sunrise:
rhinos, antelope, a cheetah, meerkats, storks...}
MS: Nants ingonyama bagithi Baba [Here comes a lion, Father]
BS: Sithi uhhmm ingonyama [Oh yes, it's a lion]
Ingonyama
MS: Siyo Nqoba [We're going to conquer]
BS: Ingonyama
Ingonyama nengw' enamabala [A lion and a leopard come to this open place]
Podem ver a música AQUI
Nota cultural: a lingua falada nesta parte da música é o zulu, uma das línguas faladas na África do Sul.
Vá, a partir de hoje já podem dormir mais descansados. Foi um prazer ajudar-vos. Não fazem ideia do meu entusiasmo quando descobri a resposta para esta dúvida que me atormentava dias e noites.
O primeiro de muitos
VOTEM NOS ÓSCARES DO WORKSHOP AQUI

Se há coisa que noto em mim próprio é a mudança.
Em miúdo era incapaz de arriscar fazer algo que me pudesse magoar fisicamente, o meu irmão mais velho tinha de ir sempre à frente para eu me assegurar de que isto ou aquilo não me magoava nem fazia mal.
Hoje adoro arriscar os meus limites físicos. E muitas vezes digo sinceramente que fico impressionado com os resultados que este corpo franzino de um metro e oitenta e nove e setenta quilos consegue obter.
Tudo isto para chegar aonde? Ah! Há umas semanas foi-me oferecida uma longboard, uma espécie de skate mas maior e que atinge maiores velocidades com menos “pedaladas”. Estava eu a andar no paredão de Carcavelos, todo pimpão, quando começo a descer uma rampa que já tinha descido noutras alturas com a mesma longboard. Até aqui tudo bem. No final da rampa há uma outra rampa um pouco mais íngreme que também já tinha descido com a mesma longboard. Até aqui tudo bem. O que nunca tinha feito era descer uma seguida da outra, e o que o meu pequeno cérebro não pensou é que com a velocidade que vinha da primeira rampa, a segunda ia-me dar uma velocidade que um praticante de longboard de poucas semanas seria incapaz de controlar. Qual foi o efeito?
Estava a descer a primeira rampa e quase no final uns surfistas vêem-me todo cheio de estilo e oiço um “Uau!”. Foi neste momento que decidi descer a outra rampa de seguida, e o efeito foi…bem…devastador. A segunda rampa, a mais íngreme, termina com um cruzamento em que temos de virar para a esquerda ou para a direita, porque se formos em frente caímos do paredão. Estava eu a descer a segunda rampa a toda a velocidade quando noto que com a velocidade a que ia era impossível no seu final virar para qualquer um dos lados. Outra coisa impossível era sair da prancha à velocidade que ia sem me espetar no chão. Meu Deus, o que é que faço?! Antes de poder tomar qualquer decisão, a prancha toma por mim. Começa a virar, a virar, a virar, a meio da segunda rampa para a esquerda, directamente contra uma espécie de passeio, até embater violentamente nele e projectar-me no ar por alguns metros. A imagem que tenho é a de ver que vou bater, e depois só me lembro de estar no chão, os óculos de sol que levava na cabeça a alguns metros de mim, a prancha metida no meio de uns arbustos, uma dor alucinante no ombro esquerdo e a minha bota direita? Que é feito dela?! Olho à minha volta e não a encontro. Levanto-me, a camisola inutilizável, à procura da minha bota. A bota estava numa elevação de, sem exagero, dois metros do local onde cai. Como é que aquilo aconteceu? Não faço ideia.
Olhei à minha volta e fiquei com a impressão que ninguém viu, muito menos os surfistas que me acharam tão cheio de estilo, porque estava fora do campo de visão deles. O resultado? Um ombro que está há dois dias a dar-me dores infernais e uma facada no orgulho.
Se querem saber, voltei a pegar na longboard e voltei a descer a porcaria das rampas!! Desta vez sem cair!
(Este último parágrafo é mentira, mas achei que daria uma melhor moral à história).
Bom, isto tudo para dizer…se cair, levanto-me e não tenho medo de cair as vezes que forem precisas até ficar em pé! Se em miúdo era impensável andar em montanhas russas, agora já é a segunda vez que vou a Espanha à procura delas!
Mas o tralho, se alguém o tivesse gravado, devia ser a coisa mais engraçada de se ver!
Go Hugo!

Se há coisa que noto em mim próprio é a mudança.
Em miúdo era incapaz de arriscar fazer algo que me pudesse magoar fisicamente, o meu irmão mais velho tinha de ir sempre à frente para eu me assegurar de que isto ou aquilo não me magoava nem fazia mal.
Hoje adoro arriscar os meus limites físicos. E muitas vezes digo sinceramente que fico impressionado com os resultados que este corpo franzino de um metro e oitenta e nove e setenta quilos consegue obter.
Tudo isto para chegar aonde? Ah! Há umas semanas foi-me oferecida uma longboard, uma espécie de skate mas maior e que atinge maiores velocidades com menos “pedaladas”. Estava eu a andar no paredão de Carcavelos, todo pimpão, quando começo a descer uma rampa que já tinha descido noutras alturas com a mesma longboard. Até aqui tudo bem. No final da rampa há uma outra rampa um pouco mais íngreme que também já tinha descido com a mesma longboard. Até aqui tudo bem. O que nunca tinha feito era descer uma seguida da outra, e o que o meu pequeno cérebro não pensou é que com a velocidade que vinha da primeira rampa, a segunda ia-me dar uma velocidade que um praticante de longboard de poucas semanas seria incapaz de controlar. Qual foi o efeito?
Estava a descer a primeira rampa e quase no final uns surfistas vêem-me todo cheio de estilo e oiço um “Uau!”. Foi neste momento que decidi descer a outra rampa de seguida, e o efeito foi…bem…devastador. A segunda rampa, a mais íngreme, termina com um cruzamento em que temos de virar para a esquerda ou para a direita, porque se formos em frente caímos do paredão. Estava eu a descer a segunda rampa a toda a velocidade quando noto que com a velocidade a que ia era impossível no seu final virar para qualquer um dos lados. Outra coisa impossível era sair da prancha à velocidade que ia sem me espetar no chão. Meu Deus, o que é que faço?! Antes de poder tomar qualquer decisão, a prancha toma por mim. Começa a virar, a virar, a virar, a meio da segunda rampa para a esquerda, directamente contra uma espécie de passeio, até embater violentamente nele e projectar-me no ar por alguns metros. A imagem que tenho é a de ver que vou bater, e depois só me lembro de estar no chão, os óculos de sol que levava na cabeça a alguns metros de mim, a prancha metida no meio de uns arbustos, uma dor alucinante no ombro esquerdo e a minha bota direita? Que é feito dela?! Olho à minha volta e não a encontro. Levanto-me, a camisola inutilizável, à procura da minha bota. A bota estava numa elevação de, sem exagero, dois metros do local onde cai. Como é que aquilo aconteceu? Não faço ideia.
Olhei à minha volta e fiquei com a impressão que ninguém viu, muito menos os surfistas que me acharam tão cheio de estilo, porque estava fora do campo de visão deles. O resultado? Um ombro que está há dois dias a dar-me dores infernais e uma facada no orgulho.
Se querem saber, voltei a pegar na longboard e voltei a descer a porcaria das rampas!! Desta vez sem cair!
(Este último parágrafo é mentira, mas achei que daria uma melhor moral à história).
Bom, isto tudo para dizer…se cair, levanto-me e não tenho medo de cair as vezes que forem precisas até ficar em pé! Se em miúdo era impensável andar em montanhas russas, agora já é a segunda vez que vou a Espanha à procura delas!
Mas o tralho, se alguém o tivesse gravado, devia ser a coisa mais engraçada de se ver!
Go Hugo!
quarta-feira, 10 de março de 2010
Tim Burton
PARA VOTAREM NOS ÓSCARES DO WORKSHOP CLIQUEM AQUI
Não sou um crítico de cinema, longe disso, apenas gosto de ver bons filmes, reparar em pormenores quase imperceptíveis e de uma boa história.
Há cerca de um ou dois anos, por aí, vi finalmente o filme Nightmare Before Christmas, um clássico intemporal. A história e as mensagens que se podem chamar “subliminares”, a simplicidade/complexidade da mensagem que transmite, a ingenuidade, tudo me deixou de boca aberta e curioso para saber quem tinha sido o génio a criar aquilo. Deparei-me com um nome que desde então tenho tentado seguir ao máximo: Tim Burton.
Como disse, não percebo muito de filmes, não sei o nome de muitos realizadores, não identifico muitos actores pelo nomes, mas algumas coisas tenho a dizer sobre o senhor acima referido.
Para mim, é um génio. No sentido verdadeiro da palavra e não no que as sociedades contemporâneas a têm utilizado. É um génio por ter aquele poder de imaginação e criatividade, é um génio pelas personagens que cria, pelas mensagens que transmite, pelos mundos que concebe na sua cabeça e nos mostra nos seus filmes, por muitas coisas. Não vi todos os seus filmes, é bem verdade, mas todos os que vejo deixam-me sempre com aquela sensação de que a mensagem foi passada.
O último filme que vi dele antes deste Alice no País das Maravilhas (que é um grande filme uma vez mais pelas personagens (o chapeleiro e o gato cheshire são simplesmente geniais) e pelo mundo criado, mas não tanto pela história, a meu ver)…bem, como estava a dizer, o último filme que vi do Tim Burton antes da Alice no País das Maravilhas foi o O Grande Peixe. Antes de o ver, as críticas que tinha ouvido não apelavam muito ao seu visionamento. No entanto, foi o melhor filme que vi recentemente. Palavra. A mensagem é tão, mas tão perfeitamente passada, as metáforas que ele usa…não se limita simplesmente a dizer “Era tão grande como uma árvore”, mas cria mesmo uma árvore e faz dela uma pessoa para demonstrar o quão grande é. A sério, não sei explicar, mas é excelente ir ver os filmes dele e ver os mundos que cria e as personagens e as metáforas, e tudo isto numa panela à qual se mistura frequentemente Johnny Depp.
Enfim, genial.

Não sou um crítico de cinema, longe disso, apenas gosto de ver bons filmes, reparar em pormenores quase imperceptíveis e de uma boa história.
Há cerca de um ou dois anos, por aí, vi finalmente o filme Nightmare Before Christmas, um clássico intemporal. A história e as mensagens que se podem chamar “subliminares”, a simplicidade/complexidade da mensagem que transmite, a ingenuidade, tudo me deixou de boca aberta e curioso para saber quem tinha sido o génio a criar aquilo. Deparei-me com um nome que desde então tenho tentado seguir ao máximo: Tim Burton.
Como disse, não percebo muito de filmes, não sei o nome de muitos realizadores, não identifico muitos actores pelo nomes, mas algumas coisas tenho a dizer sobre o senhor acima referido.
Para mim, é um génio. No sentido verdadeiro da palavra e não no que as sociedades contemporâneas a têm utilizado. É um génio por ter aquele poder de imaginação e criatividade, é um génio pelas personagens que cria, pelas mensagens que transmite, pelos mundos que concebe na sua cabeça e nos mostra nos seus filmes, por muitas coisas. Não vi todos os seus filmes, é bem verdade, mas todos os que vejo deixam-me sempre com aquela sensação de que a mensagem foi passada.
O último filme que vi dele antes deste Alice no País das Maravilhas (que é um grande filme uma vez mais pelas personagens (o chapeleiro e o gato cheshire são simplesmente geniais) e pelo mundo criado, mas não tanto pela história, a meu ver)…bem, como estava a dizer, o último filme que vi do Tim Burton antes da Alice no País das Maravilhas foi o O Grande Peixe. Antes de o ver, as críticas que tinha ouvido não apelavam muito ao seu visionamento. No entanto, foi o melhor filme que vi recentemente. Palavra. A mensagem é tão, mas tão perfeitamente passada, as metáforas que ele usa…não se limita simplesmente a dizer “Era tão grande como uma árvore”, mas cria mesmo uma árvore e faz dela uma pessoa para demonstrar o quão grande é. A sério, não sei explicar, mas é excelente ir ver os filmes dele e ver os mundos que cria e as personagens e as metáforas, e tudo isto numa panela à qual se mistura frequentemente Johnny Depp.
Enfim, genial.
terça-feira, 9 de março de 2010
Amigo russo
VOTEM NOS ÓSCARES DO WORKSHOP clicando AQUI.
Num dos meus outros blogues, no Hugo's Point (de todos os meus amigos que conheço que tenham blogues, este foi o primeiro a surgir. Fantástico!),há uns tempos, devido a algumas das visitas do referido blogue provirem de países estrangeiros, nomeadamente a Rússia, Perú, etc., decidi escrever um texto em diversas línguas (com a ajuda do não-fiável google translator) com o nome de "Internacionalização do blog", cujo conteúdo não me recordo agora mas devia ser algo de bastante idiota.
Acontece que essa postagem tem sido alvo de um ataque de propaganda Russa que tenta indicar sites dos mais variados temas através de links, comentários esse que tento rejeitar ao máximo. Acontece que há coisa de 10 minutos, recebi um novo mail a avisar-me de um novo comentário nessa postagem, pelo que me aprontei a apagá-lo. Acontece que ao apagá-lo verifiquei que o texto não trazia nenhum link, pelo que fiz copy-paste para o google translator para perceber o conteúdo da mensagem.
O conteúdo, esse, deixou-me orgulhoso apesar de poder não passar de uma brincadeira de um qualquer Hugo Pinto russo.
A mensagem dizia algo do género "Nada mais do que um Leo Tolstoy!...Simples!"
Senti as lágrimas a inundarem-me os olhos por tamanho reconhecimento do outro extremo da Europa. Acontece que provavelmente a pessoa que me enviou esta mensagem nem sabe ler português, mas só o facto de ter mencionado aquele nome no meu blogue dirigido a mim...aahh...obrigado amigo russo!"
Para localizar as pessoas menos entendidas, Leo Tolstoy é considerado um dos maiores escritores de todos os tempos, o russo a quem devemos o livro "Guerra e Paz".
Era só para dizer isto e partilhar com vocês este pequeno orgulho que podia ser insignificante mas que para mim não é.
Num dos meus outros blogues, no Hugo's Point (de todos os meus amigos que conheço que tenham blogues, este foi o primeiro a surgir. Fantástico!),há uns tempos, devido a algumas das visitas do referido blogue provirem de países estrangeiros, nomeadamente a Rússia, Perú, etc., decidi escrever um texto em diversas línguas (com a ajuda do não-fiável google translator) com o nome de "Internacionalização do blog", cujo conteúdo não me recordo agora mas devia ser algo de bastante idiota.
Acontece que essa postagem tem sido alvo de um ataque de propaganda Russa que tenta indicar sites dos mais variados temas através de links, comentários esse que tento rejeitar ao máximo. Acontece que há coisa de 10 minutos, recebi um novo mail a avisar-me de um novo comentário nessa postagem, pelo que me aprontei a apagá-lo. Acontece que ao apagá-lo verifiquei que o texto não trazia nenhum link, pelo que fiz copy-paste para o google translator para perceber o conteúdo da mensagem.
O conteúdo, esse, deixou-me orgulhoso apesar de poder não passar de uma brincadeira de um qualquer Hugo Pinto russo.
A mensagem dizia algo do género "Nada mais do que um Leo Tolstoy!...Simples!"
Senti as lágrimas a inundarem-me os olhos por tamanho reconhecimento do outro extremo da Europa. Acontece que provavelmente a pessoa que me enviou esta mensagem nem sabe ler português, mas só o facto de ter mencionado aquele nome no meu blogue dirigido a mim...aahh...obrigado amigo russo!"
Para localizar as pessoas menos entendidas, Leo Tolstoy é considerado um dos maiores escritores de todos os tempos, o russo a quem devemos o livro "Guerra e Paz".
Era só para dizer isto e partilhar com vocês este pequeno orgulho que podia ser insignificante mas que para mim não é.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Óscares do workshop
AVISO: Antes de ler esta postagem é preciso ler este aviso com muita atenção: Para quem me conhece este aviso é desnecessário, porém, para pessoas que conheço à relativamente pouco tempo ou que por outras razões não me conhecem suficientemente bem, devo avisar que o texto que se segue é puramente uma brincadeira e que não deve ser considerada uma atitude de arrogância por parte do autor. O texto é uma brincadeira e não manifesta a opinião pessoal do autor.
Ontem foi a grande noite dos Óscares. E fiquei feliz pelo Avatar não ter ganho o Óscar de melhor filme, apesar de não ter visto o Estado de guerra. (Para mim um bom filme mais do que efeitos giros tem de ter uma boa história e, para mim, o Avatar não tem. É como julgar um livro pela letra que o autor utilizou e não pela história em si. Até agora este texto manifesta toda a minha sinceridade, a parte a brincar vem lá mais para baixo).
E completamente embriagado por esta celebração tão única e espectacular, lembrei-me dos workshops de teatro de Verão nos quais participei e pensei nos Óscares que poderiam ser distribuídos olhando para todas as peças. E o mais fantástico é que os Óscares por actores/actrizes cairiam todos sobre a mesma pessoa.
Ora vejam:
Óscar para melhor actor principal: Hugo Pinto como Scrooge em Um Conto de Natal;
Óscar para melhor actor secundário: Hugo Pinto como Mercúcio em Romeu e Julieta;
Óscar para melhor actriz principal: Hugo Pinto como Bernarda Alba em A casa de Bernarda Alba;
Óscar para melhor actriz secundária: Hugo Pinto como Mercúcio traveca em Romeu e Julieta.
Maravilhoso, ou não?
(Ok, termina aqui a parte estúpida e passo agora a conversas mais sérias)
O pessoal do workshop não precisa de celebrações deste género, muito menos que se individualizem pessoas pelas suas prestações. Mas a verdade é que estamos no Hugo, o Pinto, blogue este que rompe toda a decência que possa haver neste mundo, por isso decidi fazê-lo.
E por isso, o Hugo Pinto apresenta… OS ÓSCARES DO WORKSHOP!
Categorias:
1-Melhor Actriz Principal;
2-Melhor Actor Principal;
3-Melhor Actriz Secundária;
4-Melhor Actor Secundário;
5-Actriz Revelação;
6-Actor Revelação;
7-Peça com melhor guarda-roupa;
8-Melhor Banda sonora;
9-Melhor peça adaptada;
10-Melhor Branca.
E os nomeados são:
1.Nomeados para Óscar de Melhor Actriz Principal
a)Joana, como Gata borralheira em A Gata Borralheira;
b)Sara Fialho, como Julieta em Romeu e Julieta;
c)Clara Saraiva, como Bernarda Alba em A casa de Bernarda Alba.
2.Nomeados para Óscar de Melhor Actor Principal:
a)Pedro Castro, como príncipe em A Gata Borralheira;
b)Pedro Gonçalves, como Romeu em Romeu e Julieta;
c)Hugo Pinto, como Scrooge em Um Conto de Natal.
3.Nomeados para Óscar de Melhor Actriz Secundária:
a)Mafalda Costa, como Adela em A Casa de Bernarda Alba;
b)Sara Moura de Oliveira, como Fantasma do Passado em Um Conto de Natal;
c)Sofia Baptista, como Fantasma do Presente em Um Conto de Natal.
4.Nomeados para Óscar de Melhor Actor Secundário:
a)Daniel Leite, como Tebaldo em Romeu e Julieta;
b)Hugo Pinto, como Mercúcio em Romeu e Julieta;
c)Rúben Grosso, como Adela em A Casa de Bernarda Alba.
5.Nomeados para Óscar de Actriz Revelação:
a)Joana Rodrigues dos Santos, como Verdade em Lusitânia;
b)Sofia Baptista, como Velha em Lusitânia;
c)Sara Moura de Oliveira, como Martírio em A Casa de Bernarda Alba;
6.Nomeados para Óscar de Actor Revelação:
a)Daniel Leite, como Tebaldo em Romeu e Julieta;
b)Pedro Gonçalves, como Romeu em Romeu e Julieta;
c)Pedro Ramalho, como Rascão em Lusitânia.
7.Nomeados para Óscar de Peça com Melhor Guarda-Roupa:
a)Romeu e Julieta, por Victor de Freitas;
b)A Casa de Bernarda Alba, por Victor de Freitas;
c)Um Conto de Natal, por Victor de Freitas.
8.Nomeados para Óscar de Melhor Banda Sonora:
a)O Auto da Barca do Inferno, por Victor de Freitas;
b)Romeu e Julieta, por Victor de Freitas;
c)Um conto de Natal, por Victor de Freitas.
9.Nomeados para Óscar de Melhor Peça Adaptada:
a)O Principezinho, por Victor de Freitas;
b)O Auto da Barca do Inferno, por Victor de Freitas;
c)A Gata Borralheira, por Victor de Freitas;
d)Romeu e Julieta, por Victor de Freitas;
e)Lusitânia, por Victor de Freitas;
f)A Casa de Bernarda Alba, por Victor de Freitas;
g)Um Conto de Natal, por Victor de Freitas.
10.Nomeados para Melhor Branca:
a)Ana Zaida Coelho, com “Sic Blwra” em Auto da Barca do Inferno;
b)Joana e Margarida, com silêncio de 30 segundos tendo o Victor de subir a música para disfarçar em Romeu e Julieta;
c)Hugo Pinto, com “Caluda” em A Casa de Bernarda Alba.
Muito bem, e aqui estão os nomeados para os primeiros Óscares do Workshop. A forma de votar é extremamente simples, basta enviarem comentários com os seguintes códigos: 1/2/3/4/5/6/7/8/9/10 – categorias a/b/c/(d/e)-nomeados. Desta forma, se acharem, por exemplo, que quem deverá ganhar o Óscar para Melhor Actriz Principal é a Sara Fialho, deverão enviar um comentário com a código 1-B…seguido das vossas restantes decisões. Exemplo: 1-C; 2-A; 3-B; 4-C;….e por aí adiante.
O tempo de votação será até dia 5 de Abril, por isto estou à espera de pelo menos dois comentários, ok? Se o número de votos for bastante reduzido, a Academia votará com o seu legítimo poder.
Atenção: Os comentários não identificados não serão contabilizados e apenas poderão votar as pessoas ligadas ao workshop, incluindo os familiares.
Depois de contabilizados os votos, e por sugestão da Saroka, tentaremos combinar um jantar de gala onde se incluirá a cerimónia de entrega de prémios, por isso metam toda a gente a votar, mãe, pai, irmão, e não se esqueçam de identificar.
PS: Este blogue, em alguns computadores, não aceita os comentários à primeira, tendo os mesmos de ser reenviados pelos comentadores. Quando fizer a sua votação, por favor confirme o envio do seu comentário
Com os melhores cumprimentos, Hugo, o Pinto.
Ontem foi a grande noite dos Óscares. E fiquei feliz pelo Avatar não ter ganho o Óscar de melhor filme, apesar de não ter visto o Estado de guerra. (Para mim um bom filme mais do que efeitos giros tem de ter uma boa história e, para mim, o Avatar não tem. É como julgar um livro pela letra que o autor utilizou e não pela história em si. Até agora este texto manifesta toda a minha sinceridade, a parte a brincar vem lá mais para baixo).
E completamente embriagado por esta celebração tão única e espectacular, lembrei-me dos workshops de teatro de Verão nos quais participei e pensei nos Óscares que poderiam ser distribuídos olhando para todas as peças. E o mais fantástico é que os Óscares por actores/actrizes cairiam todos sobre a mesma pessoa.
Ora vejam:
Óscar para melhor actor principal: Hugo Pinto como Scrooge em Um Conto de Natal;
Óscar para melhor actor secundário: Hugo Pinto como Mercúcio em Romeu e Julieta;
Óscar para melhor actriz principal: Hugo Pinto como Bernarda Alba em A casa de Bernarda Alba;
Óscar para melhor actriz secundária: Hugo Pinto como Mercúcio traveca em Romeu e Julieta.
Maravilhoso, ou não?
(Ok, termina aqui a parte estúpida e passo agora a conversas mais sérias)
O pessoal do workshop não precisa de celebrações deste género, muito menos que se individualizem pessoas pelas suas prestações. Mas a verdade é que estamos no Hugo, o Pinto, blogue este que rompe toda a decência que possa haver neste mundo, por isso decidi fazê-lo.
E por isso, o Hugo Pinto apresenta… OS ÓSCARES DO WORKSHOP!
Categorias:
1-Melhor Actriz Principal;
2-Melhor Actor Principal;
3-Melhor Actriz Secundária;
4-Melhor Actor Secundário;
5-Actriz Revelação;
6-Actor Revelação;
7-Peça com melhor guarda-roupa;
8-Melhor Banda sonora;
9-Melhor peça adaptada;
10-Melhor Branca.
E os nomeados são:
1.Nomeados para Óscar de Melhor Actriz Principal
a)Joana, como Gata borralheira em A Gata Borralheira;
b)Sara Fialho, como Julieta em Romeu e Julieta;
c)Clara Saraiva, como Bernarda Alba em A casa de Bernarda Alba.
2.Nomeados para Óscar de Melhor Actor Principal:
a)Pedro Castro, como príncipe em A Gata Borralheira;
b)Pedro Gonçalves, como Romeu em Romeu e Julieta;
c)Hugo Pinto, como Scrooge em Um Conto de Natal.
3.Nomeados para Óscar de Melhor Actriz Secundária:
a)Mafalda Costa, como Adela em A Casa de Bernarda Alba;
b)Sara Moura de Oliveira, como Fantasma do Passado em Um Conto de Natal;
c)Sofia Baptista, como Fantasma do Presente em Um Conto de Natal.
4.Nomeados para Óscar de Melhor Actor Secundário:
a)Daniel Leite, como Tebaldo em Romeu e Julieta;
b)Hugo Pinto, como Mercúcio em Romeu e Julieta;
c)Rúben Grosso, como Adela em A Casa de Bernarda Alba.
5.Nomeados para Óscar de Actriz Revelação:
a)Joana Rodrigues dos Santos, como Verdade em Lusitânia;
b)Sofia Baptista, como Velha em Lusitânia;
c)Sara Moura de Oliveira, como Martírio em A Casa de Bernarda Alba;
6.Nomeados para Óscar de Actor Revelação:
a)Daniel Leite, como Tebaldo em Romeu e Julieta;
b)Pedro Gonçalves, como Romeu em Romeu e Julieta;
c)Pedro Ramalho, como Rascão em Lusitânia.
7.Nomeados para Óscar de Peça com Melhor Guarda-Roupa:
a)Romeu e Julieta, por Victor de Freitas;
b)A Casa de Bernarda Alba, por Victor de Freitas;
c)Um Conto de Natal, por Victor de Freitas.
8.Nomeados para Óscar de Melhor Banda Sonora:
a)O Auto da Barca do Inferno, por Victor de Freitas;
b)Romeu e Julieta, por Victor de Freitas;
c)Um conto de Natal, por Victor de Freitas.
9.Nomeados para Óscar de Melhor Peça Adaptada:
a)O Principezinho, por Victor de Freitas;
b)O Auto da Barca do Inferno, por Victor de Freitas;
c)A Gata Borralheira, por Victor de Freitas;
d)Romeu e Julieta, por Victor de Freitas;
e)Lusitânia, por Victor de Freitas;
f)A Casa de Bernarda Alba, por Victor de Freitas;
g)Um Conto de Natal, por Victor de Freitas.
10.Nomeados para Melhor Branca:
a)Ana Zaida Coelho, com “Sic Blwra” em Auto da Barca do Inferno;
b)Joana e Margarida, com silêncio de 30 segundos tendo o Victor de subir a música para disfarçar em Romeu e Julieta;
c)Hugo Pinto, com “Caluda” em A Casa de Bernarda Alba.
Muito bem, e aqui estão os nomeados para os primeiros Óscares do Workshop. A forma de votar é extremamente simples, basta enviarem comentários com os seguintes códigos: 1/2/3/4/5/6/7/8/9/10 – categorias a/b/c/(d/e)-nomeados. Desta forma, se acharem, por exemplo, que quem deverá ganhar o Óscar para Melhor Actriz Principal é a Sara Fialho, deverão enviar um comentário com a código 1-B…seguido das vossas restantes decisões. Exemplo: 1-C; 2-A; 3-B; 4-C;….e por aí adiante.
O tempo de votação será até dia 5 de Abril, por isto estou à espera de pelo menos dois comentários, ok? Se o número de votos for bastante reduzido, a Academia votará com o seu legítimo poder.
Atenção: Os comentários não identificados não serão contabilizados e apenas poderão votar as pessoas ligadas ao workshop, incluindo os familiares.
Depois de contabilizados os votos, e por sugestão da Saroka, tentaremos combinar um jantar de gala onde se incluirá a cerimónia de entrega de prémios, por isso metam toda a gente a votar, mãe, pai, irmão, e não se esqueçam de identificar.
PS: Este blogue, em alguns computadores, não aceita os comentários à primeira, tendo os mesmos de ser reenviados pelos comentadores. Quando fizer a sua votação, por favor confirme o envio do seu comentário
Com os melhores cumprimentos, Hugo, o Pinto.
O Alquimista
“Conhecia muita gente por aquelas bandas – e por isso gostava de viajar. A gente acaba sempre por fazer amigos novos, e sem a necessidade de ficar com eles dia após dia. Quando vemos sempre as mesmas pessoas (…) acabamos por considerar que elas fazem parte das nossas vidas. E como elas fazem parte das nossas vidas, passam também a querer modificar as nossas vidas. E se nós não formos como elas esperam, ficam chateadas. Porque todas as pessoas têm a noção exacta de como devemos viver a nossa vida. E nunca têm a noção de como devem viver as suas próprias vidas.”
Coelho, Paulo (1990. O Alquimista. Lisboa: Pergaminho.
Coelho, Paulo (1990. O Alquimista. Lisboa: Pergaminho.
sábado, 6 de março de 2010
Fevereiro

Fevereiro foi mês de rever o meu romance favorito, Quem ama acredita, título original True believer, de Nicholas Sparks e ainda de ler o muito bom O Pintor de Sombras, título original El Pintor de Sombras, de Esteban Martin.
Comecei ainda a ler A cabana, título original The Shack, de Wm. Paul Young, que terminei já em Março. Em relação a este último livro, a crítica é “é giro”; lê-se bem mas na minha opinião é um livro de opinião bastante pessoal do autor em relação ao assunto abordado. No entanto teve um efeito grande em mim.
Fevereiro foi também mês de começar o 2º semestre da faculdade, o que é fantástico, mês de desilusão pelas inscrições para o International Sports Meeting 2010 terem sido preenchidas logo na primeira semana, pelo que não vou. No entanto está já marcada a viagem de 4 dias a Madrid para visitar a capital e o parque Warner Bros., não se preocupem.
Fevereiro foi mês da surpresa do ano, uma oferta generosa de Pedro Gonçalves e Rodrigo Murteira. Nada mais nada menos do que o objecto que eu andava a cobiçar há várias semanas e que me andava a frustrar, e que esses dois indivíduos, depois de me verem a chorar copiosamente por ser demasiado caro para as posses que tinha na altura para gastar, ofereceram-me a…longboard! É verdade, agora quando virem um gajo cheio de estilo a andar de longboard no paredão de Carcavelos…sou eu.
Mais...Fevereiro…hmm…muitas saídas, a minha primeira quebra de tensão onde bati de focinho no chão, o jantar do pessoal da toys e saídas posteriores, o Carnaval com os mesmos indivíduos, a festa da mana Kataró muito gira mesmo e conseguinte ida ao Bauhaus após…para aí 30 anos.
Fevereiro foi também o mês da seguinte constatação: Tenho 20 anos. Mudei-me para a minha casa antiga no dia dos meus 10 anos, e lembro-me que a última vez que vomitei foi nesse ano. Por isso, desafiando as leis da física, química, e todo o universo em geral, posso dizer que não vomito há 10 anos!!! 10 anos! Isto é humanamente possível?! E 10 anos atenção! Comecei a sair à noite relativamente cedo, aos 13 fui ao meu primeiro festival de Verão, sucederam-se as discotecas e restantes estabelecimentos nocturnos. Quem me conhece sabe que sou um devorador de bebidas espirituosas nomeadamente malibu e rum. Já apanhei bebedeiras de rastejar no chão, é verdade…mas nunca vomitei!! Meu Deus, quão formidável é isto?
A próxima pessoa que me vir a vomitar pode-se considerar mais sortuda do que a que ganhar o euromilhões, porque é mais raro verem-me vomitar do que sair o grande prémio. Pura verdade.
Sei que se devem estar a perguntar pelo livro de ficção que estou a escrever, estou no quarto capítulo de 20, não se preocupem porque já tenho ao menos a história estruturada.
Ah, em Fevereiro aprendi também a andar de Metro, o que é fantástico. Fantástico não é andar de metro, mas o facto de saber andar.
A família? Vai boa, obrigado por perguntarem, eu digo-lhes que mandam cumprimentos, não se preocupem.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Carla
No ano passado perdi uma amiga.
Aquela que eu sabia que estaria sempre que eu precisasse, a mais genuína, a mais-muita-coisa. A amiga que mais me viu crescer e a que mais me fez crescer. Sempre esteve a uma mensagem de distância, sempre se disponibilizou para estar comigo quando precisava, sempre me ouviu e aconselhou, sempre teve um sorriso para me pôr nos lábios e um ombro para eu chorar.
Foi em Dezembro, dia 5, feriado, partiu.
Lembro-me de um ano, na disciplina de português, a minha stôra ter contado que Eça de Queirós, depois do suicídio do seu amigo Antero de Quental, ter escrito algo do género “…e quando a vida não lhe conveio, pôs-lhe um fim”. Isto por Antero ter um espírito independente, fazer o que lhe desse na cabeça sem pensar duas vezes.
O mesmo em relação a ela. Sempre foi ela própria, sempre fez o que lhe dava na cabeça e tinha a filosofia de vida mais…bonita e impressionante que eu já alguma vez vi. Adorava-a, fez muito por mim e custa-me saber que nunca vou poder dizer um último “obrigado”.
Infelizmente a vida tem destas coisas, mas o grupo manteve-se unido e homenageou-a da melhor forma possível. Foi por eles e por causa deles que ainda não caí em mim, que me tenho mantido em cima, que ainda não me afundei nos pensamentos que me prendem a ela.
Hoje voltei a chorar por tudo isto. Por teres posto um fim à tua vida, por me deixares com um vazio deste tamanho, por ser tudo tão insignificante.
Seja onde seja que estiveres…dá-me a força que sempre me deste. Por favor.
Aquela que eu sabia que estaria sempre que eu precisasse, a mais genuína, a mais-muita-coisa. A amiga que mais me viu crescer e a que mais me fez crescer. Sempre esteve a uma mensagem de distância, sempre se disponibilizou para estar comigo quando precisava, sempre me ouviu e aconselhou, sempre teve um sorriso para me pôr nos lábios e um ombro para eu chorar.
Foi em Dezembro, dia 5, feriado, partiu.
Lembro-me de um ano, na disciplina de português, a minha stôra ter contado que Eça de Queirós, depois do suicídio do seu amigo Antero de Quental, ter escrito algo do género “…e quando a vida não lhe conveio, pôs-lhe um fim”. Isto por Antero ter um espírito independente, fazer o que lhe desse na cabeça sem pensar duas vezes.
O mesmo em relação a ela. Sempre foi ela própria, sempre fez o que lhe dava na cabeça e tinha a filosofia de vida mais…bonita e impressionante que eu já alguma vez vi. Adorava-a, fez muito por mim e custa-me saber que nunca vou poder dizer um último “obrigado”.
Infelizmente a vida tem destas coisas, mas o grupo manteve-se unido e homenageou-a da melhor forma possível. Foi por eles e por causa deles que ainda não caí em mim, que me tenho mantido em cima, que ainda não me afundei nos pensamentos que me prendem a ela.
Hoje voltei a chorar por tudo isto. Por teres posto um fim à tua vida, por me deixares com um vazio deste tamanho, por ser tudo tão insignificante.
Seja onde seja que estiveres…dá-me a força que sempre me deste. Por favor.
Subscrever:
Mensagens (Atom)