You all stare, but you'll never see
There's something inside me
You all stare, but you'll never see
There's something inside me
You all stare, but you'll never see
There's something inside me
You all stare, but you'll never see
There's something in you I despise
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Vá lá!
Foi difícil olhar para ti hoje, quando cheguei à porta pensei que não a conseguiria atravessar, e apenas o fiz com um empurrão do Ricardo. Avisaram-me que ia ser difícil, mas não me disseram o quão seria.
É difícil olhar para ti sem ver aquele sorriso nos teus lábios, estar contigo mais de meia hora sem ouvir a tua voz. Estar contigo e saber que não nos vês, não nos ouves, não nos vais responder nem limpar as nossas lágrimas.
Apesar de tudo, é reconfortante ver que nem assim perdes a tua beleza. Que continuas linda, como sempre foste, com aquelas bochechas que suplicam por beijos.
Nunca foste dependente de ninguém, sempre foste senhora do teu nariz, desde que te conheci. É complicado ver que agora estás dependente de uma máquina e saber, como todos nós sabemos, que por tua vontade, se o pudesses fazer, já não estarias.
Contigo tive muitas primeiras vezes em muitas coisas, estiveste lá em momentos importantes para mim e ajudaste-me a crescer tanto e a formar a pessoa que sou hoje. Conviver contigo foi sempre um prazer, tinhas sempre um sorriso a mais para dar e se hoje em dia sou tão bem humorado adquiri isso de ti.
Neste momento és a minha única preocupação. Há quem esteja a arranjar conflitos mas isso são problemas que eu meto para trás das costas, neste momento preferia ter milhões de conflitos desses se pudesses sair connosco outra vez, para nos divertirmos como o fazíamos.
Sempre fizeste o que te passava pela cabeça, sempre disseste o que pensavas, e isso fez-me e fez-nos, ao resto do grupo, ganhar um respeito gigantesco por ti. Nunca faltaste ao respeito a ninguém, nunca te vi julgar ninguém e…porra, tenho saudades tuas, só isso. Fazes falta a todos, sei que queres desistir mas não o faças. Todos sabemos, mas não aceitamos. Fogo, quem é que me levou a primeira vez a um festival de Verão com 13 anos? Quem é que foi a primeira pessoa a vir ter comigo quando fui mordido por uma cobra? Quem é que me levava a discotecas em miúdo e me ensinava a abordar raparigas? Cresci tanto contigo, fizeste-me tão feliz…
Estamos todos à tua espera, sei que amanhã estarei um dia mais perto de ver-te abrir os olhos.
Como dizias depois de uma noitada, “hoje vamos acordar o sol”. Espero que amanhã seja ele a acordar-te.
Kimi o ai shiteru
É difícil olhar para ti sem ver aquele sorriso nos teus lábios, estar contigo mais de meia hora sem ouvir a tua voz. Estar contigo e saber que não nos vês, não nos ouves, não nos vais responder nem limpar as nossas lágrimas.
Apesar de tudo, é reconfortante ver que nem assim perdes a tua beleza. Que continuas linda, como sempre foste, com aquelas bochechas que suplicam por beijos.
Nunca foste dependente de ninguém, sempre foste senhora do teu nariz, desde que te conheci. É complicado ver que agora estás dependente de uma máquina e saber, como todos nós sabemos, que por tua vontade, se o pudesses fazer, já não estarias.
Contigo tive muitas primeiras vezes em muitas coisas, estiveste lá em momentos importantes para mim e ajudaste-me a crescer tanto e a formar a pessoa que sou hoje. Conviver contigo foi sempre um prazer, tinhas sempre um sorriso a mais para dar e se hoje em dia sou tão bem humorado adquiri isso de ti.
Neste momento és a minha única preocupação. Há quem esteja a arranjar conflitos mas isso são problemas que eu meto para trás das costas, neste momento preferia ter milhões de conflitos desses se pudesses sair connosco outra vez, para nos divertirmos como o fazíamos.
Sempre fizeste o que te passava pela cabeça, sempre disseste o que pensavas, e isso fez-me e fez-nos, ao resto do grupo, ganhar um respeito gigantesco por ti. Nunca faltaste ao respeito a ninguém, nunca te vi julgar ninguém e…porra, tenho saudades tuas, só isso. Fazes falta a todos, sei que queres desistir mas não o faças. Todos sabemos, mas não aceitamos. Fogo, quem é que me levou a primeira vez a um festival de Verão com 13 anos? Quem é que foi a primeira pessoa a vir ter comigo quando fui mordido por uma cobra? Quem é que me levava a discotecas em miúdo e me ensinava a abordar raparigas? Cresci tanto contigo, fizeste-me tão feliz…
Estamos todos à tua espera, sei que amanhã estarei um dia mais perto de ver-te abrir os olhos.
Como dizias depois de uma noitada, “hoje vamos acordar o sol”. Espero que amanhã seja ele a acordar-te.
Kimi o ai shiteru
Christmas carol bloopers
Aqui estão os bloopers do Christmas Carol dos muppets. Muito bom. Não liguem Às legendas.
How i met your mother
How i met your mother / Foi assim que aconteceu
A melhor série cómica dos últimos tempos, com a personagem mais cómica de todos os tempos, Barney!!!!
Muito bom, aqui estão os bloopers
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Este texto é exclusivamente sobre a Morce.
Dizes-me que tenho de pensar duas vezes antes de fazer algumas coisas. Eu pergunto-te, tu pensaste duas vezes antes de fazeres algumas das coisas que tens feito ultimamente?
Antes de me aconselhares, olha para ti Morce. Faz uma introspecção, porque acho que já está na altura disso. Apercebe-te que em três meses perdeste, pelo menos, duas pessoas importantes para ti. Uma que intitulavas teu melhor amigo, e o teu namorado. Talvez duas das pessoas que mais se importavam contigo e que davam o que podiam para te ver feliz.
Antes de acusares as outras pessoas, olha para ti e vê que há a possibilidade de seres tu quem tem estado a agir mal, a ser uma pessoa que não costumavas ser, para pior. Na minha opinião. Da ultima vez que nos chateámos, eu tinha vontade de receber uma mensagem tua a dizer “vamos resolver as coisas” ou algo do género. Agora, para te ser sincero, não tenho. Não tenho porque, como se costuma dizer, quem deixa ir-lhes ao cu uma vez erra, quem deixa ir a segunda vez é estúpido. Mesmo que queiras resolver o que temos para resolver, não estou com vontade de o fazer, e desta vez não me importo de ser o mau da fita se o tiver de ser. Cansei-me de ter de ser sempre eu a desculpar. Que me possam chamar tudo o que quiserem sem consequências. No teu caso, não foi a primeira vez que me chamaste nomes que não se correspondem a mim, da primeira vez desculpei-te, desta não desculpo. O único rancor que tenho de ti é por ver que, pelo menos aos meus olhos, já não és a pessoa que eras, que estás a dar uma imagem daquilo que não és e que tentas sempre superiorizar-te perante as situações.
Eu estou bem, se isso te importa. Recuperei algumas amizades importantes, voltei a falar com pessoas que não falava há imenso tempo e sinto-me feliz. Talvez o mesmo tenha acontecido contigo, mas nota que em três meses perdeste duas pessoas importantes na tua vida, e quer o admitas quer não foi culpa tua. É lixado ver que nunca admites os teus erros, nunca admites que foste culpada, e pelo que sei não foi só comigo. Não pode ser assim, miúda, não podem ser as outras pessoas a darem tudo por ti e tu dizeres o que te apetece sem pensares duas vezes, e pensares que depois basta falinhas mansas para voltar a estar tudo bem.
Falei com algumas pessoas sobre a nossa situação que me disseram “a morce é assim, é o feitio dela…”. Acho bem que tenhas o teu feitio, eu também tenho o meu…e o que o meu feitio não atura é ser espezinhado por outros quando lhes apetece. A meu ver, precisas de uma voz de consciência antes de abrires a boca para dizeres algo tão pesado, como eu tenho a do Victor, do Luís e da Ana, e precisamente por querer escrever o que sinto sem me conter, não os consultei antes disto.
O que eu disse que era rancor, à pouco, é mais pena que rancor. Porque apesar de tudo não te desejo mal, muito pelo contrário, “que sejas feliz com a vida que escolheste”. Que te corra tudo bem, e que faças um papelão na peça de natal. Que continues a sorrir e tudo isso. Sinceramente, sê feliz. Se a nossa amizade foi importante para ti, a sério, faz uma introspecção…não só no meu caso mas destes últimos tempos.
Desculpa se estavas à espera de um texto mais mole, mas é o que eu penso neste momento. Mesmo. Não é uma questão de me fazer de forte. Estou magoado contigo e admito-o, mas segui em frente. Faz o mesmo.
Se a única forma de nos falarmos é por textos, que o seja, a mim não me faz confusão e até prefiro porque não me apetece falar contigo, desculpa a franqueza.
Se eu tiver de ser o mártir, se tiveres de perder a minha amizade para cresceres e começares a pensar duas vezes antes de dizeres o que te apetece, que seja.
Já agora, Victor e Luis que estão de certeza a ler isto, que estão a chamar-me parvo e a dizer que o que estou a dizer não se diz, mas também acho que tenho o direito de, de vez em quando, poder dizer o que sinto sem pensar em consequências. Sei que estão a torcer por mim e por ela, mas para mim não dá.
Antes de me aconselhares, olha para ti Morce. Faz uma introspecção, porque acho que já está na altura disso. Apercebe-te que em três meses perdeste, pelo menos, duas pessoas importantes para ti. Uma que intitulavas teu melhor amigo, e o teu namorado. Talvez duas das pessoas que mais se importavam contigo e que davam o que podiam para te ver feliz.
Antes de acusares as outras pessoas, olha para ti e vê que há a possibilidade de seres tu quem tem estado a agir mal, a ser uma pessoa que não costumavas ser, para pior. Na minha opinião. Da ultima vez que nos chateámos, eu tinha vontade de receber uma mensagem tua a dizer “vamos resolver as coisas” ou algo do género. Agora, para te ser sincero, não tenho. Não tenho porque, como se costuma dizer, quem deixa ir-lhes ao cu uma vez erra, quem deixa ir a segunda vez é estúpido. Mesmo que queiras resolver o que temos para resolver, não estou com vontade de o fazer, e desta vez não me importo de ser o mau da fita se o tiver de ser. Cansei-me de ter de ser sempre eu a desculpar. Que me possam chamar tudo o que quiserem sem consequências. No teu caso, não foi a primeira vez que me chamaste nomes que não se correspondem a mim, da primeira vez desculpei-te, desta não desculpo. O único rancor que tenho de ti é por ver que, pelo menos aos meus olhos, já não és a pessoa que eras, que estás a dar uma imagem daquilo que não és e que tentas sempre superiorizar-te perante as situações.
Eu estou bem, se isso te importa. Recuperei algumas amizades importantes, voltei a falar com pessoas que não falava há imenso tempo e sinto-me feliz. Talvez o mesmo tenha acontecido contigo, mas nota que em três meses perdeste duas pessoas importantes na tua vida, e quer o admitas quer não foi culpa tua. É lixado ver que nunca admites os teus erros, nunca admites que foste culpada, e pelo que sei não foi só comigo. Não pode ser assim, miúda, não podem ser as outras pessoas a darem tudo por ti e tu dizeres o que te apetece sem pensares duas vezes, e pensares que depois basta falinhas mansas para voltar a estar tudo bem.
Falei com algumas pessoas sobre a nossa situação que me disseram “a morce é assim, é o feitio dela…”. Acho bem que tenhas o teu feitio, eu também tenho o meu…e o que o meu feitio não atura é ser espezinhado por outros quando lhes apetece. A meu ver, precisas de uma voz de consciência antes de abrires a boca para dizeres algo tão pesado, como eu tenho a do Victor, do Luís e da Ana, e precisamente por querer escrever o que sinto sem me conter, não os consultei antes disto.
O que eu disse que era rancor, à pouco, é mais pena que rancor. Porque apesar de tudo não te desejo mal, muito pelo contrário, “que sejas feliz com a vida que escolheste”. Que te corra tudo bem, e que faças um papelão na peça de natal. Que continues a sorrir e tudo isso. Sinceramente, sê feliz. Se a nossa amizade foi importante para ti, a sério, faz uma introspecção…não só no meu caso mas destes últimos tempos.
Desculpa se estavas à espera de um texto mais mole, mas é o que eu penso neste momento. Mesmo. Não é uma questão de me fazer de forte. Estou magoado contigo e admito-o, mas segui em frente. Faz o mesmo.
Se a única forma de nos falarmos é por textos, que o seja, a mim não me faz confusão e até prefiro porque não me apetece falar contigo, desculpa a franqueza.
Se eu tiver de ser o mártir, se tiveres de perder a minha amizade para cresceres e começares a pensar duas vezes antes de dizeres o que te apetece, que seja.
Já agora, Victor e Luis que estão de certeza a ler isto, que estão a chamar-me parvo e a dizer que o que estou a dizer não se diz, mas também acho que tenho o direito de, de vez em quando, poder dizer o que sinto sem pensar em consequências. Sei que estão a torcer por mim e por ela, mas para mim não dá.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Suicide bunny
Conheci-o num poster na loja (para crianças) onde trabalho. Imagine-se.
Uma coisa a dizer: É bom e recomenda-se ver. Aqui têm alguns bons exemplos.
Uma coisa a dizer: É bom e recomenda-se ver. Aqui têm alguns bons exemplos.
Horses R Us
Então meus queridos como estão?
Ainda bem.
Antes de seguir o texto tenho apenas um pormenor a esclarecer para melhor o compreenderem e perceberem o impacto da cena: eu trabalho numa loja de crianças.
Episódio verídico:
(Mãe, por volta dos 30 e tal, filha, por volta dos oito, e Hugo...gajo sexy de monocelha de 20)
Mãe - Boa tarde, posso pedir-lhe ajuda?
Hugo - Boa tarde! Claro, diga!
Mãe - Olhe, eu queria um pau de cavalo para meter entre as pernas.
(Hugo e a filha trocam olhares de preplexidade. Hugo contém o riso) Hugo - Desculpe?
Mãe - Um daqueles paus de cavalo para meter entre as pernas...
Hugo (interiormente a rebolar no chão de tanto rir) - Desculpe, não estou mesmo a perceber...
Filha - Oh mãe, eu não quero paus de cavalo, é um cavalo de pau para eu montar!
Mãe (apercebendo-se da barbaridade que tinha dito e percebendo que a filha também não tinha feito muito melhor) - Aiiii, desculpe! É do cansaço, desculpe...que vergonha!
Pergunta: O QUE É QUE SE PASSA COM AS PESSOAS?!?!?
Ainda bem.
Antes de seguir o texto tenho apenas um pormenor a esclarecer para melhor o compreenderem e perceberem o impacto da cena: eu trabalho numa loja de crianças.
Episódio verídico:
(Mãe, por volta dos 30 e tal, filha, por volta dos oito, e Hugo...gajo sexy de monocelha de 20)
Mãe - Boa tarde, posso pedir-lhe ajuda?
Hugo - Boa tarde! Claro, diga!
Mãe - Olhe, eu queria um pau de cavalo para meter entre as pernas.
(Hugo e a filha trocam olhares de preplexidade. Hugo contém o riso) Hugo - Desculpe?
Mãe - Um daqueles paus de cavalo para meter entre as pernas...
Hugo (interiormente a rebolar no chão de tanto rir) - Desculpe, não estou mesmo a perceber...
Filha - Oh mãe, eu não quero paus de cavalo, é um cavalo de pau para eu montar!
Mãe (apercebendo-se da barbaridade que tinha dito e percebendo que a filha também não tinha feito muito melhor) - Aiiii, desculpe! É do cansaço, desculpe...que vergonha!
Pergunta: O QUE É QUE SE PASSA COM AS PESSOAS?!?!?
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Greek Salad, please


Bem sei que sou um jovem atraente, por muitos considerado um autêntico macho latino, um dos últimos espécimes inclusivé, de apenas 20 anos, 19 na altura destas fotos, mas se há coisa que eu duvido é que algum dia, seja em que altura for, com quem for, onde for, alguma vez terei umas férias como as que tive este verão, uma semana na eterna Grécia. Há dias estive a reescrever o diário da viagem, a passá-lo para computador e é confortante ver que foram tantos os momentos excelentes que é impossível lembrármo-nos de todos sem recorrer a esse referido diário. Uma viagem que vai ficar para sempre na memória, e é impossível escrever um post sobre a viagem porque iria ficar muito àquem do que foi.
Já fui aos Estados Unidos, Espanha, França, Alemanha, aeroporto da Suiça (eheh) e Grécia. Este último...ai, este último... Desde os copos de Ouzo,às saldas, à viagem à ilha da Aegina, aos grilos, baratas, gatos a morderem cães (verdade) e cães a morder homens, desde os bares aos quilómetros percorridos, desde a água quentinha, desde os albaneses e os tomates a serem atirados ao chão, desde as prostitutas e a Plaka, o Flea Markt, e outros sitios que não sei dizer o nome, desde a cultura, a grandiosa Acrópole, o estádio olímpico, o templo de Zeus, de Ápólo...tudo!
Victor e Luís, obrigado por esta viagem!
domingo, 8 de novembro de 2009
O MATADOR
Quem se atreve a deixar um comentário a insinuar que a minha falta de graça está iminente, leva com isto. O Filme sai em Outubro do próximo ano, não percam.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Um dia.
Um dia vou chegar no meu cavalo branco, com os meus collants apertados e levá-la para o meu palácio. Um dia vou viver feliz para sempre com ela, como nos prometem constantemente as histórias contadas pelas nossas avós.
Um dia construo a nossa casa, pedra a pedra e deixo à porta um tapete a dizer “Bem-vindo”. Um dia levo-te, como nos meus sonhos, a navegar numa jangada naquele lago de água transparente que nos convida a mergulhar. Um dia levo os miúdos à escola e dou-lhes um beijo de boa noite. Um dia agarro-te, junto à lareira, e fazemos amor com o fogo a alumiar-nos a pele e a chuva a espreitar pelas cortinas. Um dia o sol há-de ser tão quente que vamos os quatro tomar banho nus no rio, para grande espanto dos pescadores que hão-de estar nas suas margens. Um dia os nossos lábios hão-de se tocar, no topo da torre Eiffel.
Um dia olhas-me nos olhos e apercebes-te que sou teu.
Um dia construo a nossa casa, pedra a pedra e deixo à porta um tapete a dizer “Bem-vindo”. Um dia levo-te, como nos meus sonhos, a navegar numa jangada naquele lago de água transparente que nos convida a mergulhar. Um dia levo os miúdos à escola e dou-lhes um beijo de boa noite. Um dia agarro-te, junto à lareira, e fazemos amor com o fogo a alumiar-nos a pele e a chuva a espreitar pelas cortinas. Um dia o sol há-de ser tão quente que vamos os quatro tomar banho nus no rio, para grande espanto dos pescadores que hão-de estar nas suas margens. Um dia os nossos lábios hão-de se tocar, no topo da torre Eiffel.
Um dia olhas-me nos olhos e apercebes-te que sou teu.
Caraças dos pistachios!
Não te subvalorizes pelas palavras dos outros. Não deixes que te atirem lama para os olhos, que te rastejem durante o tempo que for preciso, tentado fazer-te esquecer tudo com um pedido de desculpas que não sentem. Não permitas que te inferiorizem, que te julguem ou firam o teu orgulho.
Há pessoas que não pensam, que são como são porque são, que recorrem frequente ao instinto animal do fazer “porque sim”, sem pensarem nas consequências dos seus actos e palavras…pensando bem já fui um pouco assim, felizmente algumas pessoas CRESCEM. Pessoas ignorantes que se sobrevalorizam pela idade, pela falta de sensibilidade, pela maturidade que julgam ter. Pessoas que defendem um ponto de vista oferecido por outro, sem nunca recorrerem à sua consciência, e que, por tão ignorantes que são, se contradizem ao primeiro acaso. Pessoas que prometem uma vida, mostrando-nos apenas uma face, mas que rapidamente deixam o seu lado mais vil a descoberto, demonstrando o campo seco e inculto que são.
Pessoas que criticavam, porque isso é tudo o que sabem fazer, uma posição, vejo-as agora a tomarem-nas, esquecendo-se que um dia já odiaram aquilo que agora são. Mas é para aqui que a sociedade caminha, vão lá agora elas ter personalidade e dizerem “não” ao que acham errado. Pessoas que criticam porque sim, não dando valor ao que os outros fazem, ao sacrifício.
Desculpem se o seguinte vai magoar alguém, mas para quem estiver chateado comigo…peço só que me dêem a importância que mereço, que tanto pode ser muita como nenhuma. Desculpem se aqui torno o texto muito pessoal.
Traduzi, com a ajuda de um amigo, sublinho amigo, uma peça de teatro, de inglês para português. O meu inglês, para quem me conhece, é suficiente, mas longe de ser fluente, pelo que encontrei algumas dificuldades. Algumas vezes recorri a esse meu amigo, volto a sublinhar amigo, para que me ajudasse na tradução de determinadas partes, mas sempre tentei fazer o meu melhor. Alguns dias depois consegui acabar a tradução, enchendo-me de orgulho. Quando a peça é apresentada ao resto dos actores estavam todos muito entusiasmados, como seria natural, aquela era a peça que íamos, e vamos, apresentar em Dezembro. Vamos lê-la em conjunto? Vamos! O primeiro comentário que surge, antes sequer de um obrigado por parte de um colega, antes sequer de um “porra, não te deu trabalho?”, antes sequer de um sinal de apreciação, o primeiro comentário, vindo de quem tinha de vir: “Aaahh!! ‘Tá aqui um erroo!! Ahhahh!”. Passa-se que felizmente para essa pessoa, que provavelmente está a ler isto agora, não fui eu quem traduziu essa parte (apesar de eu também ter erros na minha tradução, que já os descobri), porque senão tinha-lhe respondido o que me apeteceu, que aqui guardo para mim. Ouvi obrigados de duas pessoas, as únicas que não tinham de me agradecer porque fui eu que me voluntariei para lhes tirar o trabalho de cima quando eu estava mais disponível do que eles. O resto do pessoal? Uma crítica, nenhum elogio, nenhum agradecimento. Não me ralo com os que simplesmente não disseram nada, porque não têm de dizer, porque, lá está, fui eu que me voluntariei. Agora quem criticou…que faça a depilação nas virilhas.
Outra coisa também é…se se acham no direito de uma coisa, têm também de dar esse direito aos outros. A sério, pensem nisto, vale a pena. Não é “digo o que me apetecer”, e depois quando os outros dizem o que lhes apetece levam como se fosse o fim do mundo. Assim como quando pedem uma resposta estarem preparados para ouvirem tanto a positiva como a negativa.
Este texto é para as mesmas 3 pessoas que aquele escrito há umas semanas atrás. Desculpem não poder ser mais directo, mas é mesmo só para não ferir susceptibilidades, apesar de saber que já vou levar na cabeça por escrever só isto.
Já agora, só uma coisa: Não é mesmo péssimo quando aquele pacote de pistáchios vos está a saber pela vida e de repente vos calha um que têm mesmo de cuspir? Odeio esse pistáchio e acabou de me calhar!
Há pessoas que não pensam, que são como são porque são, que recorrem frequente ao instinto animal do fazer “porque sim”, sem pensarem nas consequências dos seus actos e palavras…pensando bem já fui um pouco assim, felizmente algumas pessoas CRESCEM. Pessoas ignorantes que se sobrevalorizam pela idade, pela falta de sensibilidade, pela maturidade que julgam ter. Pessoas que defendem um ponto de vista oferecido por outro, sem nunca recorrerem à sua consciência, e que, por tão ignorantes que são, se contradizem ao primeiro acaso. Pessoas que prometem uma vida, mostrando-nos apenas uma face, mas que rapidamente deixam o seu lado mais vil a descoberto, demonstrando o campo seco e inculto que são.
Pessoas que criticavam, porque isso é tudo o que sabem fazer, uma posição, vejo-as agora a tomarem-nas, esquecendo-se que um dia já odiaram aquilo que agora são. Mas é para aqui que a sociedade caminha, vão lá agora elas ter personalidade e dizerem “não” ao que acham errado. Pessoas que criticam porque sim, não dando valor ao que os outros fazem, ao sacrifício.
Desculpem se o seguinte vai magoar alguém, mas para quem estiver chateado comigo…peço só que me dêem a importância que mereço, que tanto pode ser muita como nenhuma. Desculpem se aqui torno o texto muito pessoal.
Traduzi, com a ajuda de um amigo, sublinho amigo, uma peça de teatro, de inglês para português. O meu inglês, para quem me conhece, é suficiente, mas longe de ser fluente, pelo que encontrei algumas dificuldades. Algumas vezes recorri a esse meu amigo, volto a sublinhar amigo, para que me ajudasse na tradução de determinadas partes, mas sempre tentei fazer o meu melhor. Alguns dias depois consegui acabar a tradução, enchendo-me de orgulho. Quando a peça é apresentada ao resto dos actores estavam todos muito entusiasmados, como seria natural, aquela era a peça que íamos, e vamos, apresentar em Dezembro. Vamos lê-la em conjunto? Vamos! O primeiro comentário que surge, antes sequer de um obrigado por parte de um colega, antes sequer de um “porra, não te deu trabalho?”, antes sequer de um sinal de apreciação, o primeiro comentário, vindo de quem tinha de vir: “Aaahh!! ‘Tá aqui um erroo!! Ahhahh!”. Passa-se que felizmente para essa pessoa, que provavelmente está a ler isto agora, não fui eu quem traduziu essa parte (apesar de eu também ter erros na minha tradução, que já os descobri), porque senão tinha-lhe respondido o que me apeteceu, que aqui guardo para mim. Ouvi obrigados de duas pessoas, as únicas que não tinham de me agradecer porque fui eu que me voluntariei para lhes tirar o trabalho de cima quando eu estava mais disponível do que eles. O resto do pessoal? Uma crítica, nenhum elogio, nenhum agradecimento. Não me ralo com os que simplesmente não disseram nada, porque não têm de dizer, porque, lá está, fui eu que me voluntariei. Agora quem criticou…que faça a depilação nas virilhas.
Outra coisa também é…se se acham no direito de uma coisa, têm também de dar esse direito aos outros. A sério, pensem nisto, vale a pena. Não é “digo o que me apetecer”, e depois quando os outros dizem o que lhes apetece levam como se fosse o fim do mundo. Assim como quando pedem uma resposta estarem preparados para ouvirem tanto a positiva como a negativa.
Este texto é para as mesmas 3 pessoas que aquele escrito há umas semanas atrás. Desculpem não poder ser mais directo, mas é mesmo só para não ferir susceptibilidades, apesar de saber que já vou levar na cabeça por escrever só isto.
Já agora, só uma coisa: Não é mesmo péssimo quando aquele pacote de pistáchios vos está a saber pela vida e de repente vos calha um que têm mesmo de cuspir? Odeio esse pistáchio e acabou de me calhar!
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Divagar
As pessoas partem e deixam-nos a pensar nelas e no que de bom nos deram e ensinaram. Deixam-nos as melhores recordações e os desejos que incutiram em nós, e partem para o nada, onde nunca mais se lembrarão de nós nem chorarão a nossa falta, como nós a delas. Hoje apercebi-me que a morte alheia é o maior egoísmo de todos. Apercebi-me de que quem parte é egoísta. Egoísta por ir para um sítio melhor do que o que nós vivemos, onde nada sofre nem teme, assim, de um momento para o outro, e tudo o que nos deixa é o sentimento de perda e culpa por nunca termos sido suficientes para elas enquanto vivas.
Choramos e buscamos respostas que não temos e ninguém nos sabe dar. Sentimos um vazio tão grande como se tivessem levado um pouco de nós com elas. Tudo o que nos deixam são lágrimas, e mesmo para os mais insensíveis ou valentes, o máximo que conseguem é um sorriso, que por maior que seja não deixa de ser triste.
Gostava que as pessoas nunca morressem, ou, se o tivessem mesmo de o fazer, que apagassem a sua existência na vida dos que ficaram. Que, quando chegasse a sua vez, premissem um qualquer interruptor que apagasse as recordações e nos deixasse viver como se nunca as tivéssemos conhecido.
Às vezes acredito mesmo na ignorância feliz.
Não acho justo, mas o correcto seria as pessoas fazerem-nos felizes enquanto vivas, e nos fizessem esquecê-las quando partissem.
As recordações que ficam são sempre as melhores, bem sei, mas só nos farão sentir mais a sua falta.
…Não sei se é isto que realmente penso, mas foi isto que os meus dedos hoje escreveram.
Choramos e buscamos respostas que não temos e ninguém nos sabe dar. Sentimos um vazio tão grande como se tivessem levado um pouco de nós com elas. Tudo o que nos deixam são lágrimas, e mesmo para os mais insensíveis ou valentes, o máximo que conseguem é um sorriso, que por maior que seja não deixa de ser triste.
Gostava que as pessoas nunca morressem, ou, se o tivessem mesmo de o fazer, que apagassem a sua existência na vida dos que ficaram. Que, quando chegasse a sua vez, premissem um qualquer interruptor que apagasse as recordações e nos deixasse viver como se nunca as tivéssemos conhecido.
Às vezes acredito mesmo na ignorância feliz.
Não acho justo, mas o correcto seria as pessoas fazerem-nos felizes enquanto vivas, e nos fizessem esquecê-las quando partissem.
As recordações que ficam são sempre as melhores, bem sei, mas só nos farão sentir mais a sua falta.
…Não sei se é isto que realmente penso, mas foi isto que os meus dedos hoje escreveram.
domingo, 1 de novembro de 2009
Rapazes nus a cantar
Já foi há mais de um mês mas ia ver as vezes que fossem precisas.Quem não foi cheira a chulé!
sábado, 24 de outubro de 2009
Uma grande entrevista
De Alexandra Lucas Coelho a António Lobo Antunes.
Gostem ou não gostem do autor, leiam-na. Deliciosa. Aqui.
Cheguei até ela através do Blog do Bruno Nogueira.
Gostem ou não gostem do autor, leiam-na. Deliciosa. Aqui.
Cheguei até ela através do Blog do Bruno Nogueira.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Intrigas
Existem algumas criaturas que me chamam intriguista. Digo criaturas não no mau sentido, simplesmente porque me apeteceu. E não é só uma criatura, assim de repente consigo contar pelo menos três. Mas haverão com certeza muitas mais.
É verdade que eu neste momento tenho uma vida bastante desocupada, e encontro algum entretenimento em criar intrigas, é como se fosse um passatempo. É giro, não custa nada e até puxa pela imaginação e criatividade.
Este parágrafo acima é o que essas pessoas pensam de mim. O parágrafo abaixo é o que eu penso delas.
Atenção, criaturas de Deus:
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque esse alguém discorda do nosso ponto de vista;
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque ele não é conformista e deixa-se ficar com tudo o que lhe dizem;
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque é uma palavra que está na moda e nem o significado dela sabem;
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque defende quem não está lá para se defender;
Não se deve chamar intriguista alguém só porque exige um pedido de desculpas quando alguém o ofende;
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque esse alguém não vos deixa superiorizar-se perante ele;
Não se deve chamar intriguista a alguém só para atirar as culpas para cima dele, culpas essas que são nossas;
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque ele não aceita (mas respeita) uma opinião;
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque ele não aceita o banal;
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque vocês são uns encalhados que estão habituados a que toda a gente vos faça a vontade de cabeça baixa, sem vos olhar nos olhos e enfrentar.
Estes são os dez mandamentos desse nome tão em voga que é “intriga”. Intriga começa quando não se respeita algo ou alguém, e daí estou de consciência limpa. Quando se parte para os nomes ofensivos, e daí estou de consciência limpa.
Parem de chamar intriguista ou conflituoso só porque é uma palavra gira e tentem ver o verdadeiro sentido da palavra, e se não acabam mesmo por serem vocês a sê-lo.
Posso não aceitar ou perceber muitas coisas, mas respeito. E acho engraçado ver algumas pessoas a falarem e escrever sobre este valor e depois não o usarem no dia-a-dia.
Respeitem opiniões e decisões. Respeitem o inteligente e o burro, o culto e o inculto, o velho e o novo, o rico e o pobre.
Podem não compreender, mas respeitem.
A essas pessoas apetece-me dizer muita coisa, mas era dar-lhes a importância que perderam.
É verdade que eu neste momento tenho uma vida bastante desocupada, e encontro algum entretenimento em criar intrigas, é como se fosse um passatempo. É giro, não custa nada e até puxa pela imaginação e criatividade.
Este parágrafo acima é o que essas pessoas pensam de mim. O parágrafo abaixo é o que eu penso delas.
Atenção, criaturas de Deus:
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque esse alguém discorda do nosso ponto de vista;
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque ele não é conformista e deixa-se ficar com tudo o que lhe dizem;
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque é uma palavra que está na moda e nem o significado dela sabem;
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque defende quem não está lá para se defender;
Não se deve chamar intriguista alguém só porque exige um pedido de desculpas quando alguém o ofende;
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque esse alguém não vos deixa superiorizar-se perante ele;
Não se deve chamar intriguista a alguém só para atirar as culpas para cima dele, culpas essas que são nossas;
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque ele não aceita (mas respeita) uma opinião;
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque ele não aceita o banal;
Não se deve chamar intriguista a alguém só porque vocês são uns encalhados que estão habituados a que toda a gente vos faça a vontade de cabeça baixa, sem vos olhar nos olhos e enfrentar.
Estes são os dez mandamentos desse nome tão em voga que é “intriga”. Intriga começa quando não se respeita algo ou alguém, e daí estou de consciência limpa. Quando se parte para os nomes ofensivos, e daí estou de consciência limpa.
Parem de chamar intriguista ou conflituoso só porque é uma palavra gira e tentem ver o verdadeiro sentido da palavra, e se não acabam mesmo por serem vocês a sê-lo.
Posso não aceitar ou perceber muitas coisas, mas respeito. E acho engraçado ver algumas pessoas a falarem e escrever sobre este valor e depois não o usarem no dia-a-dia.
Respeitem opiniões e decisões. Respeitem o inteligente e o burro, o culto e o inculto, o velho e o novo, o rico e o pobre.
Podem não compreender, mas respeitem.
A essas pessoas apetece-me dizer muita coisa, mas era dar-lhes a importância que perderam.
domingo, 18 de outubro de 2009
Ray's
Ontem fomos ao Ray's, o nosso bar do costume.
De tudo o que se contou à volta daquela mesa, só tenho a dizer uma coisa:
Obrigado pela confiança. Amo-vos.
De tudo o que se contou à volta daquela mesa, só tenho a dizer uma coisa:
Obrigado pela confiança. Amo-vos.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Temos peça!

Ontem o ponteiro das horas do relógio já roçava as 3 da manhã quando acabei de traduzir a peça para o workshop. Hoje colei a parte traduzida pelo Luís à minha e, meus amigos, só uma coisa a dizer:
Potente, potente.
Christmas Carol, de Charles Dickens, foi a peça escolhida para apresentar em Dezembro, num teatro perto de si.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Novo facto:
Tenho 20 anos e hoje comecei a usar um novo shampôo.
Até aqui, nada de especial.
Mas, na verdade, há duas coisas com relativa graça. A primeira é que há vinte anos que uso o mesmo shampôo: Jonhsons baby, sim daqueles amarelos, dos bebés, gozem lá. E o segundo facto engraçado é que passei de um shampôo de bebés, para um shampôo para a queda de cabelo.
Já vos disse que tenho 20 anos? O que é que é mais humilhante, usar um shampôo para bebés ou um para a queda de cabelo?
Eu tenho a resposta: O para a queda de cabelo. Porquê? perguntam vocês. Muito simples, na parte de trás do shampôo, em letras pequeninas quase como se fosse dispensável dizer, vem escrito "ATENÇÃO: Um cabelo bonito, saudável e sem caspa atrai as mulheres. Prepare-se! LINIC anti-queda actua no interior e exterior do cabelo." TOMMMEEEM, vão buscar seus cabeludos! O meu cabelo vai ficar bonito e saudável porque o meu shampôo actua no interior e exterior do meu cabelo, e assim vou atrair as mulheres!!! Mas...esperem lá, alguém falou em caspa?
Não, não tenho caspa, nem sequer sei se tenho mesmo queda de cabelo, mas se o meu shampôo diz que vou atrair mulheres, porque não arriscar?
Até aqui, nada de especial.
Mas, na verdade, há duas coisas com relativa graça. A primeira é que há vinte anos que uso o mesmo shampôo: Jonhsons baby, sim daqueles amarelos, dos bebés, gozem lá. E o segundo facto engraçado é que passei de um shampôo de bebés, para um shampôo para a queda de cabelo.
Já vos disse que tenho 20 anos? O que é que é mais humilhante, usar um shampôo para bebés ou um para a queda de cabelo?
Eu tenho a resposta: O para a queda de cabelo. Porquê? perguntam vocês. Muito simples, na parte de trás do shampôo, em letras pequeninas quase como se fosse dispensável dizer, vem escrito "ATENÇÃO: Um cabelo bonito, saudável e sem caspa atrai as mulheres. Prepare-se! LINIC anti-queda actua no interior e exterior do cabelo." TOMMMEEEM, vão buscar seus cabeludos! O meu cabelo vai ficar bonito e saudável porque o meu shampôo actua no interior e exterior do meu cabelo, e assim vou atrair as mulheres!!! Mas...esperem lá, alguém falou em caspa?
Não, não tenho caspa, nem sequer sei se tenho mesmo queda de cabelo, mas se o meu shampôo diz que vou atrair mulheres, porque não arriscar?
Imaginem um título interessante.
Ser apanhado pela própria mãe (não, não é a masturbar), mas sim a vermo-nos ao espelho todos nus, não é agradável. Principalmente porque sim, eu estava quase a comer-me todo, mas por estar a olhar para a minha cara lindíssima e para o meu corte de cabelo espectacular, não por estar a examinar tooooda a extensão do meu corpo. Pois bem, isto é o que eu sei, mas sei lá se a minha mãe não acha que eu estava tão atento ao espelho por estar a examinar as minhas miudezas...
Que engraçado!
Que engraçado!
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